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quarta-feira, 20 de junho de 2012

London is Burning

London 2012: 'London's Burning' BBC Advert


Sinistro...

Vejam isto:
London is Burning - 1979

London's burning! London's burning! 
All across the town, all across the night
Everybody's driving with full headlights
Black or white turn it on, face the new religion
Everybody's sitting 'round watching television! 
London's burning with boredom now
London's burning dial 99999 
I'm up and down the Westway, in an' out the lights
What a great traffic system - it's so bright
I can't think of a better way to spend the night
Then speeding around underneath the yellow lights 
London's burning with boredom now
London's burning dial 99999 
Now I'm in the subway and I'm looking for the flat
This one leads to this block, this one leads to that
The wind howls through the empty blocks looking for a home
I run through the empty stone because I'm all alone 
London's burning with boredom now...
London's burning dial 99999
Estará a referir-se possível atentado no metro de Londres?

O vídeo da BBC termina com a frase: "London, the creation of a supercity." 

Qual supercity?




Jogos Olímpicos de 2012 comemoram a Nova Ordem Mundial?


O Irão afirma que o logotipo da Olimpíada de Londres 2012 soletra a palavra "Zion" e representa uma conspiração pró-israelense oculta.

Quase quatro anos após o lançamento do logotipo, o Teerão ameaçou boicotar os Jogos, a menos que o projecto seja alterado. Numa reclamação formal ao Comitê Olímpico Internacional, o Teerão pediu que a arte seja substituída e os seus criadores "confrontados", alertando que os atletas iranianos poderiam ser condenados a ficar longe dos Jogos de Londres. Alguém poderia argumentar que o logotipo soletra "2012", mas a palavra que se encaixa melhor no logotipo é "Zion (Sião)".


O logótipo, uma representação irregular do ano de 2012, foi dito pelos seus críticos que pode se assemelhar a muitas coisas, de uma suástica a um acto sexual. Os projectores dos Jogos Olímpicos de Londres 2012 são pirâmides illuminati. Esta é uma forma importante no simbolismo illuminati, já que os símbolos "iluminam" o estádio como pirâmides iluminadas. Eles não são apenas pirâmides iluminadas, eles são os “capstones (topo da estrutura)” da pirâmide iluminada.


Pirâmide Illuminati Londres 2012 

O significado da Pedra Angular da Pirâmide 

Os egípcios não coroaram "a Grande Pirâmide" com um ápice. A pirâmide foi deixada inacabada por milhares de anos.
A parte de trás de cada nota de dólar dos EUA tem-se uma pirâmide "incompleta" e sobre ela com o topo flutuante e "solto" acima dela.


A base da pirâmide representa a humanidade como incompleta e deficiente.
A pedra angular representa a poucos iluminados, os Illuminati, que reinam no poder sobre o mundo e as massas.

De acordo com a escritura bíblica, Satanás é o deus deste mundo pecaminoso (2 Coríntios 4:4), e enganosamente aparece como um anjo de luz (2 Coríntios 11:13,14).

A Bíblia ensina que Satanás era, anteriormente, Lúcifer (portador da luz), um dos arcanjos no céu. Lúcifer rebelou-se contra Deus, exigindo igualdade e foi expulso para a Terra.

Satanás é dito ser enganador e mentiroso e sempre aparece de uma forma enganosa. Muitos dos mais importantes políticos norte-americanos de hoje são membros do ocultismo, que frequentam cerimónias satânicas anualmente no Bohemian Grove, na Califórnia.

O ocultismo é rico em símbolos. O público em geral é geralmente inconsciente do simbolismo em logos de empresas e monumentos que zombam descaradamente a lamentável ignorância da sociedade em geral.

Quando a pedra angular for anexada à pirâmide e "iluminada" nos Jogos Olímpicos de Londres de 2012, será uma festa de coroação da Nova Ordem Mundial, da vitória de um governo. É uma celebração da conclusão e da ascensão luciferiana.

"Essa janela de oportunidade actual, durante o qual uma ordem de um mundo verdadeiramente pacífico e interdependente pode ser construída, não será aberta por muito tempo. Estamos à beira de uma transformação global. Tudo o que precisamos é a grande crise certa e as nações. Aceitar a Nova Ordem Mundial." - David Rockefeller falando na ONU, 14 de Setembro de 1994.

A Grande Pirâmide de Giza representa a grande Nova Ordem Mundial: um governo mundial, uma religião do Mundo e uma economia mundial, que aguarda o seu líder supremo e rei do mundo.

A Nova Ordem Mundial está em fase de planeamento para milhares de anos. A Grande Pirâmide aguarda a sua conclusão, a pedra angular inserida no lugar durante o Jogos Olímpicos Londres 2012. Luz entra no corpo através do o olho que tudo vê representando Lúcifer.

As mascotes olímpicas de 2012 fornecem uma pista importante sobre a agenda do Oculto Illuminati. Wenlock e Mandeville, as mascotes, são animações bizarras que supostamente descrevem duas gotas de aço de uma siderurgia.

Como se pode ver, foram inspirados nos Teletubbies e, olhando para eles, a sua atenção é imediatamente atraída para uma representação caprichosa do Olho Que Tudo Vê.

O olho é coroado com o que parece ser a pedra angular da pirâmide inacabada indicando ascensão completa. 

Wenlock e Mandeville são assustadores pelo design... especialmente quando se considera que o seu propósito real poderia ser.

Observe a pirâmide no topo da cabeça de Wenlock. Este par de mascotes poderia tão facilmente ter sido chamado Lúcifer e Horus ou "monstros Illuminati."

O "Olho Que Tudo Vê" é a característica mais proeminente de cada um deles. Cada um dos seus olhos é realmente uma câmara que lhes permite "gravar tudo", o seria o mais apropriado, considerando como alguns argumentam que Londres já está em um estado policial.

Fonte: sobre2012.blogspot.pt

As mascotes tinham que ter um só olho e ao todo 6 pulseiras. O da esquerda tem uma pirâmide na testa. 




Sobre os nomes das mascotes reparem nisto:

WENLOCK - MANDEVILLE

We unlock man devil.


[Carta Combined Disasters do jogo INWO]

Reparem: 
  • Nas camisolas (na carta): vermelho, azul, amarelo, verde e preto - As mesmas cores dos anéis olímpicos, que simbolizam os cinco continentes.
  • São 11:11 no relógio. 
  • Ou são 14:55? [O que segue abaixo é conteúdo de O Profeta Mundial.]
A hora correcta que o relógio da torre marca é, na verdade, 2:55 PM ou 14:55  (catorze horas e cinquenta e cinco minutos), pois o ponteiro menor está na verdade a caminhar para as 15h, e o maior é que está a marcar 5 minutos para as 3h da tarde ou 14:55. 
Observe também que falta o número 1, no intervalo entre o 12 e o 2. 
Porque é que Steve Jackson excluiu o número 1 no relógio da carta? 
SOMANDO OS NÚMEROS DA HORA QUE O RELÓGIO MARCA, TEMOS:  
11+12+12+2 = 37 
Mas, se excluirmos o número 1, como Steve Jackson excluiu no relógio da carta, então temos:  
11+12+2+2 = 27 
"27" de Julho é a data do início das Olimpíadas de Londres em 2012.



Zionists and Illuminati

[Carta Elders of Zion do jogo INWO]


Sionismo


Conceito

O Sionismo é um movimento político e filosófico que defende o direito à autodeterminação do povo judeu e à existência de um Estado Judaico independente e soberano no território onde historicamente existiu o antigo Reino de Israel.

O Sionismo é também chamado de nacionalismo judaico e, historicamente, propõe a erradicação da Diáspora Judaica e o retorno da totalidade dos judeus ao actual Estado de Israel.

Terminologia

O termo “Sionismo” é derivado da palavra “Sion”, que em hebraico significa elevado.

Originalmente, Sião ou Sion era o nome de uma das colinas que cercam a Cidade Santa, onde existiu uma fortaleza com o mesmo nome. Durante o reinado de David, “Sião” tornou-se um sinónimo de Jerusalém ou da Terra de Israel. Em inúmeras passagens bíblicas, o povo israelita é também conhecido por “filhos de Sião”.

Percursores do Sionismo

São considerados percursores do Sionismo alguns pensadores e religiosos judeus que expressaram nas suas obras o desejo ancestral do povo judeu de regressar às suas origens históricas, à sua terra de origem.

Por outro lado, o nacionalismo judaico é consequência directa dos diversos movimentos nacionalistas que surgiram no ocidente, a partir do Iluminismo e das revoluções francesa e americana.

Os primeiros sionistas foram membros do clero judaico, como os rabinos Yehudá Alkalay, Naftali Berlin, Zvi Kalischer, Shmuel Mohiliver e Yitzchak Yaacov Reines.

Pela narrativa religiosa tradicional, o Sionismo surgiu logo após a queda do Segundo Templo e a consequente expulsão dos judeus dos territórios do antigo Reino de Israel, entre os anos 66 e 135 d.C.

O Sionismo Moderno

O chamado “Sionismo Moderno” desenvolveu-se a partir da segunda metade do século XIX, em especial entre os judeus da Europa Central e do Leste Europeu, que viviam sob a pressão das perseguições e massacres sistemáticos provocados pelo anti-semitismo crónico destas regiões.

O século XIX foi uma época de erupções nacionalistas em todo mundo. Gregos, italianos, polacos, alemães e sul-americanos, entre outras nações, estabeleceram os seus movimentos nacionais em busca da sua identidade política, étnica e cultural. Seguindo estes modelos, o Sionismo foi o mais recente dos processos de renascença nacional a despertar na Europa.

O Sionismo também pode ser considerado como uma reacção ao crescente assimilacionismo provocado pela integração dos judeus da Europa Central aos povos e comunidades onde se encontravam estabelecidos, colapsando as bases culturais e religiosas fundamentais do Judaísmo tradicional.

O Caso Dreyfus como impulso

No final do século XIX, os judeus que possuíam uma condição social mais elevada (em geral os habitantes dos países da Europa Ocidental) julgavam-se mais seguros contra as perseguições anti-semitas que vitimavam os judeus do Leste, mais agarrados às tradições, uma vez que se encontravam plenamente inseridos na sociedade.

No sentido cultural, estes judeus pouco diferiam dos seus vizinhos cristãos e muitos abandonavam as práticas religiosas ou convertiam-se ao Cristianismo como forma de selar o processo de completa assimilação.

Entre estes judeus encontrava-se Theodor Herzl que, na sua juventude, chegou a pedir em carta ao Papa que ajudasse os judeus de toda a Europa a converterem-se colectivamente ao catolicismo.

A partir do final da década de 1880, Herzl passou a assinar artigos na imprensa alemã e, graças a isso, recebeu um convite para se tornar correspondente do jornal “Neue Freie Presse” em Paris, onde cobriu o julgamento do militar Alfred Dreyfus.

Dreyfus era um oficial judeu do Exército Francês acusado injustamente de espionagem a favor dos alemães.

Ao testemunhar a série de fraudes engendradas por elementos da oficialidade francesa para culpar Dreyfus com alegações anti-semitas, Theodor Herzl deu-se conta de que nem a assimilação de culturas aparentemente “superiores” seria capaz de livrar os judeus da discriminação.

Em 1895, com base nestas reflexões, Herzl escreve a sua principal obra, "Der Judenstaat – Versuch Einer Modernen Lösung der Judenfrage" (“O Estado Judeu – Uma Solução Moderna para a Questão Judaica”), onde preconiza a necessidade da reconstrução da soberania nacional dos judeus dispersos, num Estado próprio.

Em “O Estado Judeu”, Herzl descreve de forma romanceada as suas visões de como tornar possível a construção de uma futura nação judaica, discorrendo sobre imigração, compra de terras, edificações, leis, idioma, etc.

Muitas das visões de Herzl serviriam de inspiração para os primeiros legisladores do futuro Estado de Israel.

O Congresso Sionista

Herzl organizou o Primeiro Congresso Sionista, realizado na cidade suíça de Basileia, em 29 de Agosto de 1897.

O Congresso Sionista tinha como propósito de demonstrar ao mundo "o que é o Sionismo e o que pretende". O Congresso foi criado também para unir todos os sionistas sob uma só organização.

O 1º Congresso Sionista era para ter sido realizado em Munique, na Alemanha. Contudo, os líderes religiosos da comunidade judaica local opuseram-se à iniciativa, por temerem uma exposição excessiva e uma possível retaliação anti-semita.

Ao congresso de Basileia compareceram cerca de 200 participantes. As maiores realizações do Congresso foram a formulação da plataforma sionista, conhecida como “Programa de Basileia”, e a fundação da Organização Sionista Mundial, sob a presidência de Herzl.

Nesta reunião, discutiu-se onde se deveria instalar o Estado Judeu, dividindo-se os congressistas entre a Palestina Otomana ou algum território desabitado cedido aos sionistas, como a ilha de Chipre, a Patagónia e ou algumas das colónias europeias em África, como o Congo ou Uganda.

Venceram os partidários da Palestina, com o argumento de que aquela era a região de origem de toda identidade judaica na Antiguidade.

Foram realizados 21 Congressos Sionistas até a eclosão da Segunda Guerra Mundial.

Oposição Judaica ao Sionismo

Segundo alguns autores, a intenção de imigrar e viver na Palestina seria algo distante das intenções reais da maioria dos judeus, estando presente apenas enquanto referência religiosa.

Abraham Leon escreve, em 1942, que "durante o tempo que o Judaísmo ficou incorporado ao sistema feudal, o 'sonho de Sião' não foi precisamente mais que um sonho e não correspondia a nenhum interesse real (...). O taberneiro ou o 'granjeiro' judeu da Polónia do século XVI pensava em retornar à Palestina tanto quanto o milionário judeu da América de hoje."

A tese do regresso ao lugar de origem ganhou a grande maioria dos adeptos por ter forte apelo religioso, baseado na redenção do povo de Israel e na “Terra Prometida”.

Por outro lado, outras correntes religiosas (em especial as fundamentalistas) consideravam essa tese uma compulsão heróica e sentimental, e alguns até a reprovavam duramente, alegando que esta “redenção” deveria vir obrigatoriamente pela “obra de Deus” e não de acções políticas.

Outros judeus a não aderir ao Sionismo foram os adeptos do budismo. No entanto, essas visões foram-se tornando gradualmente minoritárias com o passar dos anos e o crescimento da Organização Sionista.

Nos dias de hoje, a oposição judaica ao Sionismo está restrita a alguns membros de seitas religiosas, como os haredim, e adeptos de ideologias internacionalistas de esquerda.

A Palestina e a Terra de Israel

A região da Palestina, onde historicamente existiu uma pátria judaica, encontrava-se desde o ano de 638 sob o jugo árabe muçulmano.

A partir de 1517, o Império Turco-Otomano incorporou aquelas terras, tornando-se a Palestina uma província turca, status que duraria até o início do século XX.

A presença dos judeus na região permaneceu ininterrupta por todo este período, embora em condição de minoria. Em algumas cidades, como Hebron (na cidade da Cisjordânia) e Safed (na cidade da Galileia), a presença das comunidades judaicas era mais numerosa e importante, convivendo em relativa paz com a maioria muçulmana.

Havia também a tradição judaica de migrar para a Palestina para lá morrer e ser sepultado, ou para estudos religiosos nas diversas yeshivot instaladas na região.

Estas escolas de formação rabínica recebiam recursos doados por organizações filantrópicas, mas, na segunda metade do século XIX, algumas destas organizações, como a Aliança Israelita Universal, passaram a investir na fundação de cidades e fazendas colectivas, dentro de um espírito socialista e secular.

Assim, Mikveh Israel foi fundada em 1870, seguida por Petah Tikva (1878), Rishon LeZion (1882) e outras comunidades agrícolas fundadas pelas sociedades Bilu e Hovevei Zion.

Mas com a primeira grande leva de imigrantes judeus chegados à Palestina, a partir de 1881, a demografia na Palestina começou a sofrer a sua primeira grande mudança em séculos. Estas ondas (chamadas aliot), oriundas principalmente do Império Russo e do Iémen, acabaram por gerar mais cidades e comunidades agrícolas.

Estas primeiras aliot independentes serviriam de modelo para as imigrações que viriam nos anos seguintes, já sob o estímulo da Organização Sionista de Herzl.

Até meados do século XIX, a população total da Palestina registava um decréscimo lento. As migrações judaicas vieram inverter este quadro e, no início do século XX, a região registou o primeiro aumento demográfico em séculos. A população de judeus chegou a 10% do total antes de 1909, quando foi fundada a cidade de Tel Aviv, a primeira cidade exclusivamente judaica desde a Antiguidade.

As divisões do Sionismo


Fonte: Wikipédia

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