PESQUISAR NESTE BLOG

Mostrar mensagens com a etiqueta NOM. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta NOM. Mostrar todas as mensagens

sábado, 18 de agosto de 2012

A Dicotomia da 'Esquerda' e 'Direita': Mecanismo de Omissão e Manipulação


Muito se debate sobre as viragens, ora à esquerda, ora à direita, das tendências políticas da Europa assim como do mundo. Mas a verdadeira questão não estará tanto na viragem à esquerda ou à direita; o mais importante será identificar os pontos em que os políticos que representam as duas alas, como por exemplo, François Hollande, Barack Obama ou Dilma Rousseff divergem dos 'outros'. Ou seja, o público deveria deixar de se reger somente pela a dicotomia entre 'esquerda' e 'direita' para poder começar verdadeiramente a exigir mudanças estruturais nos sistemas políticos.
Dilma Rousseff, por exemplo, ignorou por completo uma petição assinada por mais de um milhão de pessoas que exigia que fosse parada a construção da barragem de Belo Monte (se adicionarmos a petição da Avaaz, da Amazonwatch, entre outras, o número supera um milhão facilmente), a qual irá submergir 400.000 hectares de floresta tropical e deslocar 40.000 indígenas das suas terras. Ser de 'esquerda' não impediu, claramente, ser completamente submissa aos interesses económicos, não impediu que destruísse a vida de milhares dos seus cidadãos, não impediu que ignorasse a voz de pessoas de todo o mundo, não impediu que nada fizesse sobre esta construção que será, inevitavelmente, ecologicamente desastrosa.

Obama, por sua vez, prometeu muita mudança, mas trouxe somente continuidade. Guantanamo ainda está aberta, as guerras no Médio Oriente e em África continuam, e aliás, até foram iniciadas mais umas (sobretudo, mas não só, Líbia, Iémen, Síria, todas elas com infiltração da CIA muito forte nos respectivos movimentos de 'liberação', sendo igualmente as intervenções no Paquistão e no Afeganistão continuadas e aprofundadas). Em termos sociais, nada se ganhou com a América de Obama.

Já o Hollande, que é o cobarde de entre os cobardes, é mais um maçon (membro da mais notória plataforma dos ricos e poderosos na França, o Grand Orient de France), que veio recentemente a dizer que afinal as contas do Estado Francês estão piores do que tinha pensado. Ora, já está a abrir caminho para não cumprir as promessas de quebrar com a austeridade. É, como Barack Obama, mais um fantoche que nada irá mudar, excepto a capacidade acrescida que terá para adormecer uma parte da ala 'esquerda', que por afiliação partidária ou ideológica será menos capaz de aceitar a verdade que somente reformas profundas poderão inverter a tendência de perda de direitos civis e empobrecimento, e essas reformas não serão os nomes referidos a trazer de certeza.
A dicotomia que divide a 'esquerda' e 'direita' perpetua a política de carrossel, onde, ora um partido de esquerda, ora um de direita, entram e saem do governo, dando a ilusão de mudança, ocultando assim a continuidade das políticas e dos resultados das mesmas. É assim que a capacidade crítica da população é limitada, é assim que muitos analistas políticos são lobotomizados, tornando-se incapazes sequer de comtemplar, quanto mais exigir, transformações estruturais profundas, pois passam todo o seu tempo a discutir as (relativamente) pequenas diferenças entre as medidas e ideologias dos grandes partidos. O constante debate entre '‘esquerda' e 'direita', por se concentrar demasiado entre as diferenças, esconde as similitudes, os eixos que permeiam os dois: são estes eixos que levam a que o povo tenha chegado há muito à conclusão de que, quer se vote nuns ou noutros, o resultado é sempre igual. É esta política de carrossel, e as consecutivas encenações que tentam mascarar a tirania de democracia, as eleições que passam pouco mais hoje em dia de eventos teatrais onde os escolhidos do sistema fingem debater (quando de facto, discutem somente sobre migalhas, omitindo as verdadeiras questões do debate político), que cultivou o divórcio cada vez mais óbvio entre a população e a classe política. Mais ainda, o divórcio não é somente entre classes, é um divórcio entre o povo e o próprio acto eleitoral, como o demonstram as elevadíssimas taxas de abstenção.
A verdadeira questão deveria ser, portanto, a de encontrar soluções viáveis para que possamos conseguir reformar o Estado para que este possa deixar de ser exclusivamente o veículo através do qual os ricos e poderosos conseguem atingir os seus objectivos e consolidar o seu domínio. Que reformas estruturais poderão ser aplicadas para que o Estado não possa ser instrumentalizado pelas elites económicas? A resposta é óbvia: através de transformações estruturais profundas e abrangentes que possam reconceitualizar a própria função do Estado, mudando a natureza das suas instituições para que possam ser transformadas as atitudes e acções daqueles que o operam. Resta definir exactamente que as reformas que deverão ser implementadas, e mais difícil ainda será definir estratégias realistas para o poder fazer. Somente ao cessarmos de nos dividir sobre discórdias menores é que nos poderemos unir à volta de vontades comuns, nomeadamente a de construir um Estado menos corrupto para que possa emergir uma sociedade mais justa.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

EUA e a futura vigilância militar: Drones agora vêm em enxames?


Este é outro passo no desenvolvimento de veículos aéreos ou robots humanóides: minúsculos dispositivos de controlo remoto.

Enquanto que os drones actuais não têm capacidade de manobra, não podem pairar e mover-se com a rapidez suficiente, estes novos dispositivos serão capazes de pousar com precisão e voar novamente em velocidade. Podem revelar-se uma vantagem táctica crucial em guerras e podem até salvar vidas em catástrofes. Também podem ser úteis dentro de cavernas e salas de barricadas para enviar imagens em tempo real sobre as pessoas e armas no interior. 

Um relatório publicado no NetworkWorld sugere que a pesquisa é baseada na mecânica dos insectos, o que pode ser, potencialmente, uma engenharia reversa para projectar micro-máquinas para exploração campos de batalha e busca de vítimas em escombros. 


O Departamento de Defesa dos EUA voltou a sua atenção para drones em miniatura, ou em veículos micro-aeroespaciais, já há muito tempo. Em 2007, o governo dos EUA foi acusado de desenvolver  secretamente insectos-robóticos espiões, quando manifestantes anti-guerra viram alguns objectos voadores semelhantes a libélulas que pairavam acima deles. 

Nenhuma agência governamental admitiu ter desenvolvido drones-insectos de espionagem, apesar de algumas organizações oficiais e privadas terem admitido que eles estavam a trabalhar nisso.

Em 2008, a Força Aérea dos EUA mostrou espiões "minúsculos como abelhas" que não seriam detectados ao voar em edifícios e que tinham como objectivo filmar e fotografar. 

Os EUA não estão sozinhos na miniaturização de drones que imitam a natureza: França, Holanda e Israel também estão a desenvolver dispositivos semelhantes. 


sábado, 11 de agosto de 2012

iPhone da Apple grava todos os lugares por onde anda


O iPhone da Apple armazena cada detalhe dos seus movimentos.

Pesquisadores de segurança descobriram que o iPhone da Apple mantém o controlo dos lugares onde vai - e armazena todos os detalhes num arquivo secreto que é copiado para o computador do proprietário, quando os dois estão sincronizados.

O arquivo contém as coordenadas da latitude e longitude do telefone, juntamente com um marcador de tempo, o que significa que quem roubou o telefone ou o computador pode descobrir detalhes sobre os movimentos do dono usando um programa simples.

Em alguns telefones pode haver quase um ano de dados armazenados. A gravação de dados parece ter começado com a actualização da Apple IOS 4 para o sistema operacional do telefone, lançado em Junho de 2010.

O sistema do iPhone parece gravar os dados independentemente do acordo do usuário. A Apple não quis comentar por que motivo o arquivo é criado ou se ele pode ser desactivado.

Fonte: The Guardian via Notícias Alternativas

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

"Caçadores de Mitos" proibidos de falar sobre a Marca da Besta


A marca da besta e Nova Ordem Mundial

Banco de dados em microchip. Fabricado pela Motorola e financiado pela Visa, America Express e Master Card, o Biochip mede 7 mm de comprimento e 0,75 mm em largura, quase do tamanho de um grão de arroz, contém uma bateria recarregável por um circuito de termopar que produz voltagem de flutuações segundo a temperatura do corpo. O objectivo é o implante no corpo humano, utilizado como sistema único de armazenamento de informações e dados pessoais do cidadão comum.

O acesso a este banco de dados só seria possível através leitura óptica de um sistema computadorizado. Quanto ao rastreamento, o indivíduo chipado poderia ser monitorizado via satélite. Temos aqui o aspecto da modernidade, utilidade, segurança e multiuso como uma ferramenta, “arma” do governo mundial, para controlar e monitorizar todos os seres humanos no futuro.

VÍDEO: MYTHBUSTERS E A MARCA DA BESTA


Um dos produtores do Programa “Caçadores de Mitos”, do Discovery Channel, Adam Savage Whitney, explica o que aconteceu quando tentou pesquisar informações sobre esse sistema RFID para apresentar ao público. Segundo ele, a sua pesquisa foi frustrada. Eles iniciaram um contacto com a empresa TEXAS INSTRUMENTS e conseguiram marcar uma conferência por telefone para uma determinada data. A ideia era saber se o sistema era seguro, viável e eficiente como rastreador e banco de dados.

Segundo o apresentador o programa sobre o assunto foi boicotado pelas “grandes empresas” accionistas legais deste sistema (VISA, MASTERCARD, DISCOVERY, entre outras...), impedindo que esse conteúdo fosse divulgado. 

Fonte: Apocalink 

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

[DOCUMENTÁRIOS ] "Monsanto" e "O Futuro dos Alimentos"

MONSANTO

Este vídeo mostra como esta empresa - Monsanto - que actua em quase todo o mundo, manipula geneticamente os alimentos e lhes adiciona diversos venenos que causam cancro e morte por todo o mundo. Esta empresa pertence ao grupo económicos conhecido por Illuminati. 
 O FUTURO DOS ALIMENTOS 


O filme faz uma profunda investigação sobre a perturbadora verdade por detrás do não identificado, patenteado, dos alimentos geneticamente manipulados que tem preenchido calmamente as prateleiras dos mercados dos EUA na última década.  
O filme também explora alternativas para a agricultura industrial em larga escala, colocando a agricultura agroecológica e sustentável como soluções reais para a crise agrícola de hoje.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

6 Agosto: Centenas de tanques transportados nos EUA

HUNDREDS OF TANKS MOVING IN CALIFORNIA COMING THROUGH BURBANK AND THEY ARE NOT IN DESERT COLORS. 
Google Earth coordinates: 34°11'35.99"N, 118°21'28.36"W. Headed towards L.A. 
This was recorded on the morning August 6th 2012. 

Recorde-se também este vídeo de Janeiro de 2012:


 E os milhares de caixões dos campos da FEMA:


Obama aprova a Lei Marcial nos EUA: 


TIREM AS VOSSAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES...

terça-feira, 7 de agosto de 2012

7 Tecnologias Sinistras do Livro "1984" que são uma Ameaça na Actualidade

Lançado em 1949, o livro “1984”, do escritor inglês George Orwell, é considerado até hoje uma das grandes obras premonitórias da literatura. 

Muito do que foi escrito na obra de ficção científica que, futuramente, se tornou realidade de forma assustadora. O termo “Big Brother”, por exemplo, que hoje é associado a um reality show, nasceu nas páginas do livro de Orwell. 

Pensando nisso, separámos uma lista com sete tecnologias nascidas nas páginas do romance do escritor inglês e que actualmente, mais de meio século depois, constituem uma ameaça à privacidade e podem ser consideradas uma forma de controlo social.

TELETELAS ESPIÃS

Em “1984”, quase todos os ambientes contavam com um dispositivo chamado “teletela”, que nada mais era que uma espécie de TV que, por um lado enviava imagens de propaganda a quem assistia e, de outro, servia de um instrumento de espionagem, captando tudo aquilo que a audiência estava a fazer.

Os televisores da actualidade não são espiões tão activos quanto os descritos no livro, mas se levarmos em consideração os tablets e notebooks, todos com as câmaras embutidas, temos a sensação iminente de estarmos a ser vigiados. Além disso, recebemos mensagens publicitárias a todo instante e por todos os meios.

BIG BROTHER

Na obra literária, quem está por trás de todo esse controlo é um “Grande Irmão”, conhecido como “Big Brother”. Essa “entidade superior”, na época, era uma metáfora do controlo exercido pelo governo sobre tudo aquilo que a população fazia. 



Nos dias de hoje, na maioria das vezes, não são os governos os grandes vilões, mas sim as corporações. Redes sociais e serviços de busca têm um controlo total e absoluto sobre tudo aquilo que pesquisamos na Internet. Essa informação pode ser usada contra nós, criando novas ferramentas “viciantes” que possam induzi-nos a comprar mais ou passar mais tempo diante do PC. 

A POLÍCIA DO PENSAMENTO

Se alguma coisa fugisse do controlo do “Big Brother”, ele contava com uma série de aliados para denunciar as pessoas que tivessem feito alguma coisa errada ou contra o sistema. Era a chamada “polícia do pensamento”.
Com câmaras de vigilância em todos os lugares, hoje é praticamente impossível fazer qualquer acção sem que alguma imagem seja gravada de alguma forma. Repare em quantos acidentes de trânsito, por exemplo, aconteceram nos últimos anos que, na hora de descobrir quem era o culpado, alguma imagem de uma câmara de segurança acabou por ser encontrada e denunciou o infractor. Estamos a ser vigiados em todos os lugares. 

“NOVILÍNGUA”, A NOVA LÍNGUA UNIVERSAL 

Para controlar a história, o governo criou uma nova língua mundial, substituindo palavras como “maravilhoso” e “esplêndido” por “bom mais”, fortalecendo assim a chamada “novilíngua”. Hoje, não podemos afirmar que exista necessariamente uma forma de controlo sobre a língua, mas sabemos que as redes sociais e, principalmente as mensagens de texto, mudaram a forma como escrevemos.



Escrevemos de forma resumida nos SMS. Já deve ter percebido que, em alguns casos, quando escreve de forma correta é visto como desadequado por outras pessoas. A nova língua mundial da internet é recheada de expressões como “LOL” e “OMG”, e não entender qualquer uma delas pode significar a sua “exclusão” da vida digital.

CONTROLO DO PASSADO, PRESENTE E FUTURO

“Quem controla o passado controla o futuro. Quem controla o presente controla o passado.” Um dos lemas políticos lançados no livro mostrava que algumas personagens passavam os dias a alterar registos históricos em jornais e livros, modificando assim a História.



Uma boa parte das informações que consumimos hoje vem de fontes online, que nem sempre são muito confiáveis. A Wikipedia, por exemplo, pode ser editada por qualquer pessoa, e a alteração de um detalhe pequeno histórico pode passar despercebida a muitos leitores, sendo levada adiante como verdade. 

PRIVACIDADE NAS COMPRAS? NÃO, OBRIGADO!

Quantas vezes paga as suas compras em dinheiro? Certamente, se mora numa grande cidade, na maioria das vezes utiliza o cartão de débito ou de crédito para efectuar as suas compras. Todas essas transacções deixam um rasto que pode dizer muito sobre a sua personalidade.


Esse aspecto pode também ser encarado com uma alusão à obra de George Orwell, já que em “1984” as pessoas tinham as suas compras limitadas, podendo dispor de apenas alguns itens de extrema necessidade e descartando alguns supérfluos. A tecnologia NFC promete diminuir ainda mais o uso da moeda nas transacções. 

TELETELAS NAS RUAS 

Se dentro das nossas casas as televisões, os tablets, os notebooks e os PCs se encarregam de nos trazer mensagens publicitárias, nas ruas o mesmo já acontece. Grandes painéis de propaganda, em alguns casos animados, servem como grandes transmissores de informações, o que nos induz a adquirir mais produtos.

No mundo criado por George Orwell, essas mensagens eram recheadas de propaganda de guerra, mas o conteúdo não importa muito. No final das contas, estamos condicionados a receber informações 24 horas por dia e sentimos falta quando isso não acontece. 

Conclusão

Mesmo tendo sido lançado em 1949, o livro “1984”, do escritor inglês George Orwell, descreve com exactidão o que acontece décadas à frente do seu tempo. O mundo de “1984” é parecido com aquele em que hoje vivemos. A cada noticia quem vem de países como os EUA sobre a implementação de microchips de controlo, censura de palavras no Google, censura na Internet, logo me vem à cabeça as proféticas palavras e cenários do livro. Este artigo serve de alerta e reflexão sobre os dias actuais. 

Fonte: Dvice via Killuminati

PODE VER O FILME COMPLETO AQUI: 


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

O que é o Codex Alimentarius?


O CODEX ALIMENTARIUS é um Programa Conjunto da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação - FAO e da Organização Mundial da Saúde - OMS. Trata-se de um fórum internacional de normalização sobre alimentos que, em breve, será obrigatório em todo o mundo!

No vídeo abaixo pode assistir à palestra da Dra. Rima Laibow, psiquiatra, na Associação Nacional de Profissionais de Nutrição (NANP), USA, em 2005, sobre os acordos comerciais da OMC e as suas regulamentações acerca da produção e comercialização dos alimentos, que incluem as seguintes exigências: inocuação dos alimentos por radiação, proibição de nutrientes considerados "tóxicos" e liberação do uso de agrotóxicos que já foram proibidos por causarem danos graves ao ser humano e ao meio ambiente. 



quinta-feira, 2 de agosto de 2012

O Grande Hino dos Illuminati


We Are The World é um disco gravado, em Janeiro de 1985, por 45 dos maiores nomes da música, com o objectivo de arrecadar fundos para o combate da fome em África. Os 45 músicos formaram o grupo USA for Africa.

Pois é, a música We Are The World, tão bonitinha, não matou a fome em África porque não foi criada com esse propósito. We Are The World é uma mensagem illuminati aos Illuminati. 

Vamos analisar a letra: 

We Are The World - NÓS SOMOS O MUNDO
Composição: Michael Jackson / Lionel Richie 

Parte I

Chega um tempo em que ouvimos um chamamento 
Quando o mundo precisa tornar-se um só 
Há pessoas a morrer 
Oh, e é hora de "dar a mão" à vida 
O maior presente de todos 

Não podemos continuar a fingir, dia após dia 
Que alguém, em algum lugar, irá brevemente fazer a diferença 
Nós somos parte da grande e maravilhosa família de Deus 
E a verdade, tu sabes, o amor é tudo o que a gente precisa 

Nós somos o mundo, nós somos as crianças 
Nós somos aqueles que fazem o dia mais iluminado 
Então vamos começar a dar 
É uma escolha que estamos a fazer 
Estamos as salvar as nossas próprias vidas 

É verdade, faremos um dia melhor
Só eu e tu... 

Análise da Parte I

Em primeiro lugar, é importante reparar que este "Nós Somos" não está a referir-se a nós! Nós não estamos enquadrados nesse contexto, mesmo que cantemos assim! Mas nós não estamos incluídos para eles! 

"Nós somos o mundo" é uma referência clara e explícita a eles, a Elite Global, os Senhores do Mundo, os Illuminati! 

Quando o mundo precisa ser um só (GLOBALIZAÇÃO) é hora de ouvir o chamamento.

É chegada a hora de dar uma mãozinha à vida (GAIA, A DEUSA-MÃE TERRA), livrando-a do peso de biliões de seres humanos (DESPOPULAÇÃO).

"Não podemos continuar a fingir, dia após dia, que alguém, em algum lugar, irá brevemente fazer a diferença" - Aqui, uma óbvia referência a JESUS CRISTO. Para os Illuminati, a crença num Deus que nos livrará do mal é um absurdo. Nós somos apenas "parte" da grande família de Deus e devemos cuidar dos nossos próprios problemas. 

O refrão da música diz "Nós Somos o Mundo, Nós Somos as Crianças"... sim, ELES são o mundo e são as nossas crianças também, a geração que não pensa por si só, a geração que eles querem dominar para todo o sempre, escravizando-a sem que haja contestação.

"Nós somos aqueles que fazem um dia mais iluminado" (ILLUMINATI) - Somos nós que fazemos o dia iluminado, o dia Illuminati! 

O refrão continua absurdamente explícito ao dizer: 

"Há uma escolha que estamos a fazer: estamos a salvar as nossas próprias vidas." - A fazer "o dia melhor"... para eles! (AGENDA ILLUMINATI)

Eis a escolha que eles, os Donos do Mundo, estão a fazer: estão a salvar as suas peles, a cuidar dos seus interesses! 

É esta a preocupação dos Illuminati. Eles vão salvar a elite dominante e exterminar grande parte da população que só "suja" o planeta deles... 

PARTE II

Oh, Manda-lhes o teu coração
Então eles saberão que te importas 
E suas vidas serão fortes e livres 

Como Deus nos mostrou 
Ao transformar pedras em pão 
Então todos nós temos que ajudar 

Nós somos o mundo, nós somos as crianças 
Nós somos aqueles que fazem o dia iluminado 

Análise da PARTE II 

O recado é: finja alguma compaixão pelos miseráveis e ignorantes, então, eles acharão que nos importamos e achar-se-ão livres...

Depois, a música diz: "Como Deus nos mostrou ao transformar pedras em pão." 

Deus nunca mostrou como transformar pedra em pão. Quem disse isso foi o deus DELES. Foi o DIABO que disse a Jesus "Se tu és o filho de Deus manda que estas pedras se transformem em pão." e Jesus respondeu que nem só de pão vive o homem. (Lucas 4:1-4) 

PARTE III

Quando estamos para baixo
Parece não haver esperança 
Mas se acreditares 
Não há forma de podermos falhar 

Bem, bem, bem, bem 
Vamos perceber que a mudança só chegará 
Quando nós estivermos juntos como um... 

Análise da PARTE III

Os Illuminati sabem que apresentando a solução para os problemas actuais conquistarão o que pretendem. Para isso, é preciso que a Humanidade esteja toda sob seu domínio... e a diferença chegará. (A NOVA ORDEM MUNDIAL)


sexta-feira, 20 de julho de 2012

Zeitgeist (Legendado PT) - 3 Filmes Completos



"Zeitgeist, o Filme" (Zeitgeist, the Movie) é um filme de 2007, produzido por Peter Joseph, que aborda temas como Cristianismo, os ataques de 11 de Setembro e o Banco Central dos Estados Unidos da América (Federal Reserve). 

A 2 de Outubro de 2008 foi lançado um segundo filme, continuação do primeiro, chamado "Zeitgeist: Addendum", no qual se tratam temas como a globalização, a manipulação do homem pelas grandes corporações e instituições financeiras, e a actual insustentabilidade material e moral da Humanidade, apresentando o Projecto Vénus como solução para o problema.

O filme é estruturado em 3 secções:
1ª parte: "The Greatest Story Ever Told" ("A maior história já contada") - Aos 13 min
2ª parte: "All The World's A Stage" ("O mundo inteiro é um palco") - Aos 40 min
3ª parte: "Don't Mind The Men Behind The Curtain" ("Não se importem com os homens atrás da cortina") - À 1h14min 

TEMAS:  
- Reserva Federal dos Estados Unidos (política monetária)
- Mídia (interesses de corporações)
- Guerra (interesses de corporações e governos)
- Futuro
[DOCUMENTÁRIO] Zeitgeist 3: Moving Forward (2011) Legendado

TEMAS:  
- Natureza Humana;
- Patologia Social;
- Projeto Terra (economia baseada em recursos)

terça-feira, 17 de julho de 2012

Propagandas de TV anunciam a chegada da Nova Ordem Mundial

Propaganda 1 - Novo aparelho de TV que, além de vigiar a sua vida com sensores de movimento e reconhecimento facial, promete uma Nova Era. 
Propaganda 2 - Globalização - "Um novo mundo a emergir..."
Fonte: Libertar.in

segunda-feira, 16 de julho de 2012

O Projecto MK ULTRA

O Projeto MK ULTRA  (Parte 1)

Este foi o nome de código dado a um programa ilegal e clandestino de experiências em seres humanos, feito pela CIA – o Serviço de Inteligência dos Estados Unidos da América. As experiências em seres humanos pretendiam identificar e desenvolver drogas e procedimentos a serem usados em interrogatórios e tortura, visando debilitar o indivíduo e forçar confissões por meio do controlo de mente. As várias drogas utilizadas, todas psicoactivas, incluíam Mescalina, LSD, entre outras. 

As experiências do MK ULTRA têm relação com o desenvolvimento de técnicas de tortura contidas nos Manuais KUBARK, divulgados também nos treinos da Escola das Américas. No livro "Torture and Democracy" ("Tortura e Democracia"), do Professor Darius Rejali, o autor relata a história do desenvolvimento de métodos de tortura, incluindo os estudos do MK ULTRA, os Manuais KUBARK, as técnicas utilizadas em Abu Ghraid e a evolução de tortura desde os tempos medievais enquanto actividade de interesse de vários governos. 

O autor e psiquiatra Harvey Weinstein estabeleceu a relação directa entre as pesquisas em controlo da mente, feitas em Inglaterra pelo psiquiatra britânico William Sargant, envolvido nas pesquisas do MK ULTRA, e as experiências de Ewen Cameron, no Canadá, também para o MK ULTRA e com métodos actualmente usados como meios de tortura. Um exemplo é o uso de drogas alucinogénicas enquanto agentes desinibidores e de privação de sono. Ewen Cameron contou com a colaboração de William Sargant, estando ambos sido ligados aos estudos da CIA. As experiências foram feitos pelo Departamento de Ciências da CIA - Central Intelligence Agency Directorate of Science & Technology | Office of Scientific Intelligence. O projecto secreto começou no início dos anos 50 e continuou pelo menos até ao final dos anos 60. 

Há pesquisadores que afirmam que provavelmente o projecto foi apenas interrompido ou escondido, tendo prosseguido clandestinamente. MK ULTRA realizou testes em cidadãos americanos, canadianos e estrangeiros, usando-os como cobaias humanas. As experiencias ilegais foram realizadas não apenas sem consentimento, mas também, na maioria dos casos, sem que as vítimas soubessem que estavam a ser utilizadas como cobaias humanas. 

O Projeto MK ULTRA  (Parte 1)

Muitas das vítimas do MK ULTRA, drogadas sem o seu conhecimento, nunca foram identificadas ou indemnizadas pelos danos que provavelmente lhes foram causados. Um dos casos que foi trazido ao conhecimento público é o de um cientista americano que faleceu após haver sido involuntária e secretamente drogado com LSD pela CIA. Agentes da CIA pronunciaram-se sobre o facto dizendo que Orson se teria suicidado atirando-se da janela de um hotel, durante uma "bad trip". 

A família de Orson continua até à data a lutar por apurar a veracidade da versão da CIA em relação aos factos que levaram à morte. As drogas usadas no MK ULTRA são drogas que visam alterar as funções do cérebro e manipular o estado mental de seres humanos. Tais drogas foram usadas sem o conhecimento ou consentimento daqueles em quem foram aplicadas, sendo esse precisamente um dos objetivos do projecto desenvolver meios de aplicar tais drogas sem que a vítima tenha conhecimento de estar a ser drogada. Uma evidência publicada através da divulgação de apenas parte dos documentos do Projecto MK ULTRA, indica que a pesquisa envolveu o uso de vários tipos de drogas. 

O Projeto MK ULTRA  (Parte 1)
Aprovação de uso de LSD no sub-projecto, por Sidney Gottlieb 

Em Abril de 1953, Sidney Gottlieb chefiava o super secreto Projecto MK ULTRA que foi activado pelo Director da CIA, Allen Dulles. Gottlieb ficou também conhecido por ter desenvolvido meios de administrar LSD e outras drogas a pessoas sem o seu conhecimento, e por autorizar e desenvolver o financiamento de pesquisas psiquiátricas com o objectivo de, segundo as suas palavras "criar técnicas que romper a psique humana ao ponto de fazer com que o indivíduo admita que fez qualquer coisa, seja ela qual for". Ele foi o patrocinador de médicos como Ewen Cameron e Harris Isbell em controversos estudos psiquiátricos em que seres humanos, sem consentimento e sem o conhecimento de que estavam a ser usados nestas experiências, sendo que, em alguns casos, acreditavam estar a receber um tratamento. Inúmeras vítimas tiveram as suas vidas destruídas. Os recursos para tais pesquisas eram accionados de forma a que não pudesse ser estabelecida a relação imediata com a CIA. Um dos meios era, por exemplo, através da Fundação Rockefeller, uma fundação aparentemente dedicada ao desenvolvimento de pesquisas médicas em beneficio da sociedade. 

A pesquisa ilegal da CIA tornou-se pública em 1975, aquando da realização do Congresso Americano de Investigação das Actividades da CIA, através de uma uma comissão de inquérito. Os inquéritos foram chamados de Church Committee e Rockefeller Commission. 

As investigações foram prejudicadas pelo facto de que, em 1973, considerando a possibilidade de uma futura investigação, o então director do CIA, Richard Helms, ordenou a destruição de todos os dados e arquivos ligados às experiências em humanos feitas durante o Projecto MK ULTRA. 

O Projeto MK ULTRA  (Parte 1)
Rockefeller Center

As investigações da Comissão basearam-se no testemunho sob juramento de participantes directos na actividade ilegal e num número relativamente pequeno dos documentos que restaram após a destruição de documentação ordenada por Richard Helms. 

A CIA afirma que tais experiências foram abandonadas, mas Victor Marchetti, um agente da CIA por 14 anos, tem atestado em várias entrevistas que a CIA jamais interrompeu as suas pesquisas em controle da mente humana, nem tão pouco em uso de drogas. Alegada também que a CIA realiza continuamente sofisticadas campanhas de desinformação, lançando por ela mesma ou através dos meios de comunicação, falsas teorias e teorias de conspiração que podem ser ridicularizadas e desacreditadas. Isto faz com que o foco de atenção não se volte para a CIA e para as suas pesquisas clandestinas ou que, caso haja qualquer possibilidade das suas pesquisas serem expostas, qualquer revelação possa ser imediatamente descredibilizada e/ou ridicularizada.

Victor Marchetti, numa entrevista, em 1977, afirmou especificamente que as declarações feitas de que a CIA teria abandonado as actividades ilegais do MK ULTRA após os inquéritos, são em si mais uma forma de encobrir os projectos secretos que a CIA continua a operar, sendo as próprias revelações do MK-ULTRA e subsequentes declarações de abandono do projecto seriam em si mais um artifício para deslocar a atenção de outras actividades e operações clandestinas não reveladas pelos Comités. 

Em 1977, o Senador Americano Ted Kennedy, disse no Senado:
"O Vice-Director da CIA revelou que mais de 30 universidades e instituições participaram em "testes e experiências" num programa que incluiu a aplicação de drogas em seres humanos sem o seu conhecimento ou consentimento, tanto americanos como estrangeiros. Muitos destes testes incluíram a administração de LSD a indivíduos que não tinham conhecimento de que estavam sob o efeito da droga. No mínimo uma morte, a de Dr. Olson, ocorreu como resultado destas actividades. A própria CIA diz reconhecer que tais experiências faziam pouco sentido cientificamente. Os agentes da CIA que monitorizavam tais testes com drogas não eram sequer qualificados como profissionais especializados para a realização experiências." 
Até ao presente, a grande maioria das informação mais específicas sobre o Projecto MK ULTRA permanece classificada como secreta. Alguns dos nomes e fundações (ou instituições) citados no texto acima, para os que já estão bem informados, financiam e apoiam a Nova Ordem Mundial. Há alguns vídeos e sites bem explicativos falando sobre os Rockefellers e a Nova Ordem Mundial. 

Fonte: Killuminati 

domingo, 15 de julho de 2012

[DOCUMENTÁRIO] Comercialização da Infância

Um alerta para a sociedade: as crianças são alvo preferencial das estratégias de marketing e já sofrem graves consequências do consumismo infantil. Este é o tema central de "Consuming Kids - The Commercialization of Childhood" (Crianças do Consumo - A Comercialização da Infância), documentário lançado em Dezembro de 2008 pela MEF (Media Education Foudantion), nos EUA.

sábado, 7 de julho de 2012

"Jogos de Fome" - Uma amostra da Nova Ordem Mundial

O filme "Jogos de Fome" ("Hunger Games") passa-se num futuro distópico, onde as massas pobres e miseráveis ​​vivem sob a tirania de uma elite rica e de alta tecnologia. 
Será que o filme nos descreve o tipo de sociedade elitista que estão a tentar estabelecer para a Nova Ordem Mundial? Vamos então analisar as características do mundo apresentado em "Jogos de Fome" e como elas se relacionam com os planos para uma Nova Ordem Mundial. 


Lançado por uma campanha de marketing gigantesca, este filme não demorou a tornar-se uma sensação mundial, especialmente entre adolescentes e jovens adultos. Por vezes considerado uma nova saga "Crepúsculo", "Jogos de Fome" tem componentes semelhantes aos que levaram à febre por esse primeiro livro (ou seja, uma jovem dividida entre dois rapazes), mas o último ocorre num contexto muito diferente. 

Situado num futuro distópico (porque é que o futuro é sempre "distópico"?), "Jogos de Fome" pinta um cenário bastante sombrio do mundo de amanhã, seja de um ponto de vista social, económico ou político. Em suma, é um grande pesadelo onde uma elite rica se sustenta por detrás de uma população faminta. Enquanto isso, a perversidade e o voyeurismo da media de massa são levados a níveis absurdos e usados pelo governo como uma cola para manter intacta a ordem social injusta. Será que o filme "Jogos de Fome" está a dar aos adolescentes uma amostra de um futuro não muito distante? Não é preciso uma bola de cristal para ver que a elite está a tentar conduzir o mundo nessa direcção. Vamos analisar o mundo ficcional, mais ainda, possível futuro, de "Jogos de Fome". 

A NOVA ORDEM MUNDIAL PARA ADOLESCENTES 

"Jogos de Fome" ocorre num contexto que vai impressionantemente ao encontro das descrições da Nova Ordem Mundial, planeada pela elite global de hoje. Uma das principais características da Nova Ordem Mundial é a dissolução dos estado-nação regulares para formar um governo único mundial, a ser governado por um poder central. Em "Jogos de Fome", esse conceito é totalmente representado, pois a acção acontece em Panem, uma nação totalitária, que engloba o território norte-americano. Os Estados Unidos e  o Canadá ter-se-iam unido numa única entidade, um passo que muitos prevêem que vá acontecer antes da criação integral da NOM. 

O Presidente de Panem aborda a Nação. 
Em Panem, os conceitos de democracia e liberdade desapareceram para serem substituídos por uma ditadura de alta tecnologia com base na vigilância, monitorização, doutrinação da media de massa, opressão policial e divisão radical de classes sociais. A grande maioria dos cidadãos de Panem vive em condições terceiro-mundistas. Estão constantemente sujeitos à fome, pobreza e doença. Essas difíceis condições de vida são, aparentemente, o resultado de um acontecimento devastador que gerou o completo colapso económico na América do Norte. No Distrito 12, casa do herói Katniss Everdeen, os moradores vivem em condições semelhantes às da era pré-industrial, onde as famílias de mineiros de carvão viviam em barracos improvisados ​​e comiam ratos às refeições. 

Apesar das massas viverem em como se vivia em 1800, são, no entanto, subjugadas a uma vigilância high-tech, imposta por Capitol, que usa a tecnologia para monitorizar, controlar e doutrinar a população. Câmaras de vigilância, chips RFID e hologramas 3D são abundantemente utilizados pelo governo para manipular a vontade de uma população fraca e sem instrução (embora haja sinais de solidariedade e rebeldia entre os camponeses). Para preservar a frágil ordem social, Capitol usa uma força policial maciça que está sempre pronta a reprimir qualquer tipo de revolta. Os trabalhadores são, muitas vezes, confinados a  campos de concentração de civis, onde lhes são mostrados vídeos de propaganda [propaganda, aqui, refere-se a um tipo de informação, geralmente com intuito de manipular] patrocinados pelo Estado. Panem é, portanto, um estado policial de alta tecnologia governado por uma elite poderosa que procura manter as massas numa situação de pobreza e submissão. Todos estes conceitos são também bem representados noutras formas de media; parece haver um esforço consciente para normalizar a ideia de um estado policial de alta tecnologia como a única evolução normal do sistema político actual. 

Vivendo em contraste nítido com o proletariado, a elite em "Jogos de Fome" habita na brilhante cidade de Capitol e entrega-se a todas as extravagâncias e tendências da moda. Esse escalão superior da sociedade vê o resto da população como uma raça inferior para ser ridicularizada, domesticada e controlada. Todos os recursos valiosos foram retirados às pessoas que vivem nos distritos para o lucro de Capitol, criando uma divisão clara e intransponível entre as pessoas comuns e a elite. O conceito de uma elite opulenta que governa uma massa empobrecida e emburrecida (tornando-se assim facilmente governável) é um aspecto importante da Nova Ordem Mundial e é claramente retratado em "Jogos de Fome". A confiança do governo na media de massa e na alta tecnologia de vigilância para manter a população sob controlo é algo que nós já observamos e, se continuarmos nessa direcção, o mundo de "Jogos de Fome" em breve  tornar-se-á realidade. Há outro conceito importante para a elite ocultista que está no coração de "Jogos de Fome": os sacrifícios de sangue para espalhar o medo e ganhar poder. 

SACRIFÍCIOS DE SANGUE PARA A ELITE 

Katniss é escolhida como "tributo" para o seu distrito. 
O governo de Panem criou os "jogos de fome" a fim de lembrar as massas da "grande traição" que cometeram por se terem se envolvido numa rebelião. Como punição pela sua insubordinação, os doze distritos de Panem devem oferecer a Capitol um menino e uma menina, com idades entre 12 e 18 anos, para fazer parte dos "Jogos de Fome". Os adolescentes devem lutar até a morte numa arena ao ar livre, num evento do tipo gladiador romano, transmitido para todo o país. As regras dos jogos refletem o desprezo da elite e total falta de respeito pela população. O nome dos jogos, em si, é um lembrete do estado perpétuo de fome em que a classe mais baixa é mantida pelos governantes, a fim de melhor a controlar. 

Os meninos e meninas seleccionados para participar nos "Jogos de Fome" são chamados "tributos", um termo que geralmente descreve um pagamento proferido por um vassalo ao seu senhor e reflecte, portanto, a servidão da população aos seus governantes. Desde tempos imemoriais que os sacrifícios de sangue eram considerados como a maior forma de "tributo" aos deuses. Tal como os antigos cartagineses sacrificavam crianças ao deus Moloque, os habitantes de Panem têm que sacrificar os seus filhos a Capitol. "Jogos de Fome" são, portanto, uma versão moderna desses rituais anuais em que as massas tinham que participar para evitar a ira dos seus superiores. A nação inteira de Panem é forçada a assistir ao ritual de sacrifício que ocorre em Capitol, incitando o medo, a raiva e a sede de sangue dentro dela, ampliando o poder do ritual. Já vimos que a morte de determinadas pessoas (Whitney Houston, Heath Ledger, Amy Winehouse) se torna num evento da media que se transforma, na realidade, num mega-ritual em que toda a nação participa. "Jogos de Fome" reflecte esse conceito de mega-ritual altamente divulgado. 

Os "tributos" para os "jogos de fome" tornam-se propriedade do Estado e são-lhes revogados todos os direitos. 
Em "Jogos de Fome", a morte ritualística dos jovens escolhidos das massas é vendida como um evento desportivo, uma celebração a nível nacional, empacotada sob a forma de reality show. Os pobres não somente participam nesses eventos humilhantes como também torcem pelos seus favoritos. Porque aceitam tudo isso? Uma das razões é que a media de massa consegue fazer as pessoas aceitarem qualquer coisa... é divertido. 

APELAR AOS INSTINTOS MAIS BÁSICOS

Os jogos são transmitidos à nação, sob a forma de um reality show completo, com os anfitriões de TV que analisam a acção, entrevistam os "tributos" e julgam a sua performance. Os "tributos" são tão doutrinados nessa cultura que prontamente aceitam as regras do jogo e ficam totalmente dispostos a começar a matar para ganhar os Jogos. As massas também participam activamente no evento, torcendo pelos seus representantes distritais, apesar de todo o evento celebrar o seu próprio sacrifício. Isto reflecte um facto triste, mas esta é a verdade sobre os meios de comunicação: qualquer tipo de mensagem pode chegar às pessoas, se conseguir captar o seu interesse. Há duas coisas que automaticamente, quase irresistivelmente agarram a nossa atenção: sangue e sexo, os reminiscentes dos nossos instintos primitivos. A violência pura do evento atrai a atenção das massas, que se esquecem de que os Jogos foram feitos para ser um lembrete da servidão das pessoas à elite. Esse conceito já é bem conhecido e plenamente explorado na media de hoje, visto que as mensagens patrocinadas pela elite são constantemente vendidas aos consumidores como "entretenimento". 

A dada altura, em "Jogos de Fome", a morte de uma menina choca a população, de tal forma que traz um breve momento de lucidez e solidariedade entre eles, pois a morte evidencia a atrocidade dos Jogos. A transmissão ao vivo dessa morte leva a uma violência crescente no seu distrito, os moradores tomam consciência de que participaram em algo terrível. A revolta é rapidamente sufocada pela força policial  do Estado, sempre presente. Além disso, a fim de evitar mais problemas sociais, os produtores do show introduziram um novo elemento: o amor entre Katniss Everdeen e Mellark Peeta, a menina e o menino do Distrito 12. Com a introdução do amor (e consequentemente sexo) no show, os produtores conseguiram acalmar as massas e trouxeram-nas de volta ao seu estado habitual de silêncio. Essa parte do filme reflecte como a media é utilizada pelos poderes que existem hoje. O mundo da série "Jogos de Fome" prova que histórias que habilmente apresentam os ingredientes de sexo e violência conseguem facilmente prender a atenção das pessoas. E, apesar de "Jogos de Fome" parecer denunciar a perversidade e violência nos meios de comunicação social, com certeza está  trazendo ainda mais aos cinemas. 

DESSENSIBILIZAR PARA UM NOVO TIPO DE VIOLÊNCIA 

Embora não haja escassez de violência em Hollywood, o filme "Jogos de Fome" cruza uma fronteira que raramente é vista nos filmes: violência por menores de idade e para menores. Neste filme, vemos crianças com idade entre 12 e 18 anos a esfaquear-se violentamente, cortando, estrangulando e partindo o pescoço de outras crianças - cenas que raramente são vistas em filmes de Hollywood. Embora seja certamente uma forma de o filme capturar a atenção de um público-alvo, "Jogos de Fome" traz à tona uma nova forma de violência que antes era demasiado perturbadora para ser retratada no cinema. Mas, em particular no cenário  de "matar-ou-morrer" de "Jogos de Fome", os espectadores facilmente ultrapassam essa barreira psicológica e encontram-se a gritar durante o filme coisas do tipo: "Vá lá, Katniss, pega no arco e atira na cabeça daquele *****!" 

CONCLUSÃO

"Jogos de Fome" ocorre num mundo que é exactamente o que é descrito como a Nova Ordem Mundial: uma elite rica e poderosa, uma população explorada e embrutecida, a dissolução da democracia, a força policial, a vigilância de alta tecnologia, os meios de comunicação utilizados para propaganda e um monte de rituais de sangue. Não há, de facto, nada de optimista no futuro distópico descrito em "Jogos de Fome". Até mesmo a dignidade humana seria revogada, visto que as massas são forçadas a assistir à morte uns dos outros, como se fossem animais enjaulados. Dito isto, há pouca ou nenhuma diferença entre os cinéfilos que assistem ao filme "Jogos de Fome" e as massas no filme, que testemunham a crueldade dos Jogos. Ambos são participantes dispostos a ver um evento que retrata o seu próprio sacrifício, sob o olhar divertido da elite. Além disso, pode argumentar-se que o filme exerce as mesmas funções que os Jogos no filme: distrair as massas com sangue e sexo, recordando-as subliminarmente do poder da elite. 

Será que "Jogos de Fome" está a tentar avisar um jovem apático dos perigos de permitir que o sistema actual se transforme num pesadelo totalitário? Ou será que está simplesmente a programá-lo para aceitar a chegada de uma Nova Ordem Mundial como uma inevitabilidade? Isto é um bom tema de debate. Mas, ao ler o que foi dito nos meios de comunicação sobre o filme, há um debate ainda mais ardente sobre "Jogos de Fome": O leitor é da equipa de Peeta ou da equipa de Gale? 

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...