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quinta-feira, 16 de agosto de 2012
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
O Grande Hino dos Illuminati
We Are The World é um disco gravado, em Janeiro de 1985, por 45 dos maiores nomes da música, com o objectivo de arrecadar fundos para o combate da fome em África. Os 45 músicos formaram o grupo USA for Africa.
Pois é, a música We Are The World, tão bonitinha, não matou a fome em África porque não foi criada com esse propósito. We Are The World é uma mensagem illuminati aos Illuminati.
Vamos analisar a letra:
We Are The World - NÓS SOMOS O MUNDO
Composição: Michael Jackson / Lionel Richie
Parte I
Chega um tempo em que ouvimos um chamamento
Quando o mundo precisa tornar-se um só
Há pessoas a morrer
Oh, e é hora de "dar a mão" à vida
O maior presente de todos
Não podemos continuar a fingir, dia após dia
Que alguém, em algum lugar, irá brevemente fazer a diferença
Nós somos parte da grande e maravilhosa família de Deus
E a verdade, tu sabes, o amor é tudo o que a gente precisa
Nós somos o mundo, nós somos as crianças
Nós somos aqueles que fazem o dia mais iluminado
Então vamos começar a dar
É uma escolha que estamos a fazer
Estamos as salvar as nossas próprias vidas
É verdade, faremos um dia melhor
Só eu e tu...
Análise da Parte I
Em primeiro lugar, é importante reparar que este "Nós Somos" não está a referir-se a nós! Nós não estamos enquadrados nesse contexto, mesmo que cantemos assim! Mas nós não estamos incluídos para eles!
"Nós somos o mundo" é uma referência clara e explícita a eles, a Elite Global, os Senhores do Mundo, os Illuminati!
Quando o mundo precisa ser um só (GLOBALIZAÇÃO) é hora de ouvir o chamamento.
É chegada a hora de dar uma mãozinha à vida (GAIA, A DEUSA-MÃE TERRA), livrando-a do peso de biliões de seres humanos (DESPOPULAÇÃO).
"Não podemos continuar a fingir, dia após dia, que alguém, em algum lugar, irá brevemente fazer a diferença" - Aqui, uma óbvia referência a JESUS CRISTO. Para os Illuminati, a crença num Deus que nos livrará do mal é um absurdo. Nós somos apenas "parte" da grande família de Deus e devemos cuidar dos nossos próprios problemas.
O refrão da música diz "Nós Somos o Mundo, Nós Somos as Crianças"... sim, ELES são o mundo e são as nossas crianças também, a geração que não pensa por si só, a geração que eles querem dominar para todo o sempre, escravizando-a sem que haja contestação.
"Nós somos aqueles que fazem um dia mais iluminado" (ILLUMINATI) - Somos nós que fazemos o dia iluminado, o dia Illuminati!
O refrão continua absurdamente explícito ao dizer:
"Há uma escolha que estamos a fazer: estamos a salvar as nossas próprias vidas." - A fazer "o dia melhor"... para eles! (AGENDA ILLUMINATI)
Eis a escolha que eles, os Donos do Mundo, estão a fazer: estão a salvar as suas peles, a cuidar dos seus interesses!
É esta a preocupação dos Illuminati. Eles vão salvar a elite dominante e exterminar grande parte da população que só "suja" o planeta deles...
PARTE II
Oh, Manda-lhes o teu coração
Então eles saberão que te importas
E suas vidas serão fortes e livres
Como Deus nos mostrou
Ao transformar pedras em pão
Então todos nós temos que ajudar
Nós somos o mundo, nós somos as crianças
Nós somos aqueles que fazem o dia iluminado
Análise da PARTE II
O recado é: finja alguma compaixão pelos miseráveis e ignorantes, então, eles acharão que nos importamos e achar-se-ão livres...
Depois, a música diz: "Como Deus nos mostrou ao transformar pedras em pão."
Deus nunca mostrou como transformar pedra em pão. Quem disse isso foi o deus DELES. Foi o DIABO que disse a Jesus "Se tu és o filho de Deus manda que estas pedras se transformem em pão." e Jesus respondeu que nem só de pão vive o homem. (Lucas 4:1-4)
PARTE III
Quando estamos para baixo
Parece não haver esperança
Mas se acreditares
Não há forma de podermos falhar
Bem, bem, bem, bem
Vamos perceber que a mudança só chegará
Quando nós estivermos juntos como um...
Análise da PARTE III
Os Illuminati sabem que apresentando a solução para os problemas actuais conquistarão o que pretendem. Para isso, é preciso que a Humanidade esteja toda sob seu domínio... e a diferença chegará. (A NOVA ORDEM MUNDIAL)
Fonte: Ataque Ácido
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segunda-feira, 9 de julho de 2012
Simbolismo Esotérico no Vídeo Viral "Eu, Bode de Estimação II"
Artigo traduzido:
"Eu, Bode de Estimação II" ("I, Pet Goat II") é um vídeo de animação, feito em computador, carregado de mensagens silenciosas e simbolismo esotérico. Apesar de o filme não ter diálogos, cada símbolo conta uma parte de uma história que abrange os campos da história, política, conspirações ocultas e espiritualidade. Vamos olhar para o significado esotérico por trás do viral "Eu, Bode de Estimação II".
Produzido pela produtora canadiana Heliofant, "Eu, Bode de Estimação II" é um pequeno filme de animação que rapidamente se tornou viral através da internet. Elogiado pelas suas proezas visuais e pelo seu imaginário interessante, o vídeo, porém, deixou muita gente confusa acerca do seu significado simbólico. Política, conspirações e operações clandestinas são misturadas com a espiritualidade esotérica e simbolismo oculto. Aqui está o vídeo:
Depois de assistir ao vídeo, muitos podem pensar algo como "O que raio é que eu acabei de ver?". A história não é linear e existem muitos elementos crípticos e enigmáticos no filme. Eu não pretendo descodificar totalmente cada símbolo representado no vídeo, mas muitas das mensagens são facilmente compreensíveis devido ao seu simbolismo bastante evidente.
No geral, o filme parece ser sobre o clima político e social da década passada - os fantoches dos presidentes, os ataques terroristas de bandeira falsa e o controlo mental dos feiticeiros. Então, seguindo a figura de Cristo, deixamos toda a tristeza para trás, para começar uma nova era de esperança. Em suma, a história é sobre o triunfo da iluminação espiritual contra as forças das trevas. Vamos olhar para o filme e para alguns dos seus muitos detalhes.
EU, BODE DE ESTIMAÇÃO II
A cena de abertura já está repleta de simbolismo.
O vídeo começa com uma cena interessante: uma cabra dentro de uma caixa, no que parece ser algum tipo de campo de concentração (FEMA). O bode tem na cabeça um código de barras com os números 666. Se "Eu, Bode de Estimação" é acerca da libertação das forças das trevas, esta primeira cena parece retratar precisamente o oposto. Será que esta cabra representa aqueles que foram "encaixotados" com um código de barras e sujeitos a lavagem cerebral pelo sistema corrupto? O uso do pronome "eu", no título, implica que a cabra pode ser, de facto, o próprio espectador.
O TEATRO DE FANTOCHES QUE É A POLÍTICA
Na primeira parte do vídeo, um mestre de marionetes escondido controla George "Dubya" Bush, dentro de uma sala de aula. Quando os aviões atingiram o World Trade Center, em Setembro de 2001, Bush estava numa sala de aula a ler o livro "My Pet Goat" às crianças. O chão quadriculado maçónico da sala de aula pode significar que esta farsa teve uma componente ritualista.
Bush dança, faz caretas assustadoras e diz coisas triviais para manter as massas ignorantes acerca da verdade.
Bush é um gráfico interessante que descreve a evolução da humanidade a partir dos peixes, passando pelo macaco, até ao homem que segura uma arma. Qual é o estágio final da evolução? O homem iluminado, representado por uma aura de luz em torno da sua cabeça.Bush usa um chapéu de bobo. Esse chapéu cónico é posto aos alunos mais "lentos" para os humilhar. Quando Bush está a fazer de tolo, transforma-se em Obama, um homem encantador e distinto, a usar um chapéu de graduado. Ele começa por ser agradável e amável, mas ele no final termina a rir-se da plateia. Apesar de ele parecer ser a resposta perfeita para a idiotice da era Bush, o facto permanece: ele é somente mais um fantoche controlado pelo mestre das marionetas.
Enquanto a maioria do público está totalmente alheia ao que está a acontecer, uma menina não está a engolir a história.
Enquanto as massas parecem ser surdas, mudas e cegas (e contido por arame farpado), esta menina percebe que "esta maçã não é dela" e larga-a. Obama está preocupado com o despertar da menina.Somos, então, levados para o mundo frio e cheio de neve, lá fora, em torno da escola. Numa parede, há um grafitti com uma mensagem importante.
No muro da escola está um grafitti onde se lê "Salmo 23".O versículo bíblico referido no grafitti parece prever a jornada em que os espectadores estão prestes a embarcar.
1 O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará.2 Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranquilas.3 Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome.4 Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.5 Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.6 Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do SENHOR por longos dias.
Salmo 23UM MUNDO EM DECADÊNCIA
O mundo lá fora está escuro, frio e literalmente em decadência. É triste, corrupto e tudo o que está a agitar-se e a ruir.
A dada altura, duas torres, que lembram o WTC, caem. Depois, percebemos foi um "trabalho interno".
Bin Laden está a usar um crachá da CIA, insinuando-se o facto de ele ser uma ferramenta usada pelo governo americano para avançar na sua agenda. A lua crescente, um símbolo associado com o Islão, é invertida, o que pode ser uma maneira de dizer que tudo isto relacionado com a Al-Qaeda é uma perversão e uma exploração do Islão.Enquanto um derramamento de óleo se espalha por todo o lado, uma estrela de seis pontas aparece sob a Estátua da Liberdade, rebaptizado pelos criadores do filme "A Dama de Helotry" ("helotry" significa servidão ou escravidão).
Será a estrela de seis pontas (também conhecida por Estrela de David), que aparece sob a Lady of Helotry, uma maneira de dizer que os EUA são altamente influenciados por Israel?Enquanto o mundo desmorona, muitas instituições antigas desaparecem ou são destruídas.
Esta mesquita é destruída por caças.
Este trabalhador latino está a afundar-se, juntamente com a sua foice e o martelo - o que representa o desaparecimento do marxismo nos países do terceiro mundo. No site oficial do Heliofant é dito: "Depois de anos de exploração económica e de degradação ambiental, Juan 'Pepito' tem uma sensação de afundamento."CONTROLANDO AS MASSAS
O mundo está sob o feitiço de um feiticeiro maligno chamado Drako. De acordo com os criadores do filme, Drako é:
"O Feiticeiro, a mão invisível e o espírito do mal em busca de cada vez mais controlo, através de ratoeiras, mentiras, venenos, falsas bandeiras, guerras e montanhas de sistemas burocráticos e legais para desviar a energia dos habitantes da Terra. Ele teme a luz do dia como teme a própria vida, e opera nas sombras. O seu maior poder é o seu domínio sobre a emissão da moeda."Isto soa ao que chamamos de Illuminati? Sim, soa.
Da mesma forma que os Illuminati tentam fazer lavagem cerebral às crianças desde o nascimento, Drako ora sobre este nascituro chamado Ludovic.
O olho reptiliano de Drako espera o nascimento de Ludovic.
Na tradição esotérica, o símbolo do ovo da serpente-entrelaçada é conhecido por Ovo Órfico. Em suma, ela representa a semente latente da vida e do potencial infinito da criação. Por outras palavras, apesar esta cria parece não ter esperança, ela ainda tem o poder de alcançar o seu pleno potencial.Quando o ovo é chocado e a criança nasce, Drako assume, literalmente, o controlo da sua mente de uma forma assustadora e parasitária.
Drako tem a pirâmide e "olho que tudo vê" (encontrado na nota de 1 dólar dos EUA) no seu queixo. Isto não só representa o facto de que ele controla a moeda, como representa também os Illuminati. Debaixo do olho de Drako está o ditado "Ordo Ab Chao" - "Ordem no Caos", slogan favorito da elite ocultista. Além disso, o rosto tem apenas um olho aberto. Poderia ele representar mais fielmente os Illuminati?O LIBERTADOR
No meio de todo este caos, emerge uma figura com o poder de resolver tudo.
A navegar num barco cerimonial egípcio, Jesus Cristo parece estar em transe.A figura de Cristo tem um terceiro olho pintado sobre a glândula pineal, o que se refere ao conceito de iluminação espiritual. O triângulo acima do olho representa a divindade e que a iluminação que leva ao contacto com a própria natureza divina. Os símbolos na testa de Cristo estão em completa oposição a pirâmide no queixo do Drako. Embora ambas as figuras enverguem símbolos semelhantes nos seus rostos, Cristo tem-nos "direitos" e Drako tem-nos invertidos, o que significa que ele (e os Illuminati) corromperam esses símbolos antigos.
Baptizada pelos criadores do vídeo "O Fogo da Verdade", a figura de Cristo não é para ser o próprio Jesus Cristo, mas uma representação do conceito de Cristo Interior, conforme definido pelo Gnosticismo. De acordo com esta corrente esotérica do Cristianismo, o Cristo Interior é o potencial que há em todos para alcançar a divindade através da iluminação espiritual. No site Heliofant, "O Fogo da Verdade" é descrito como:
"Isto é VOCÊ! Quando toma consciência da sua filiação com o Divino e com a irmandade da Humanidade!"Quando a figura de Cristo sopra o fogo da verdade sobre o mundo, algumas personagens oprimidas ou angustiadas voltam à vida, como Ludovic, a criança dentro do ovo. Além disso, Aali, um menino muçulmano que foi o e morto, volta à vida.
Um pequeno Aali emerge dos destroços da mesquita destruída, girando num traje tradicional dervixe.O menino está a executar a antiga arte de giro Sufi, que é praticada pelos dervixes sufis da ordem Mevlevi. Os dervixes são uma corrente esotérica antiga do Islão.
"Os mistérios da fé islâmica estão agora sob a guarda dos dervixes - homens que, renunciando à vida mundana, resistiram ao teste dos mil e um dias de tentação. Jelal-ud-din, o grande sufista persa, poeta e filósofo, é reconhecido por ter fundado a Ordem Mevlevi, ou os "Dervixes Dançantes", cujos movimentos de dança representam os movimentos dos corpos celestes e, esotericamente, estabelecem um ritmo que estimula os centros da consciência espiritual no corpo do bailarino."
Manly P. Hall, "The Secret Teachings of All Ages"
Derviches DançantesO renascimento do menino muçulmano como dervixe dançante assinala que existe uma ligação entre ele e o Cristo Interior: ambos representam a iniciação em escolas esotéricas, onde que todos têm um objectivo comum - o contacto com a divindade através da iluminação espiritual. Outras religiões com correntes esotéricas, como o Hinduísmo (representada por um Shiva dançante), também estão representadas no filme. Estará a figura de Cristo, talvez o Anti-Cristo, a eludir todas as religiões para o seguirem? Talvez.
Quando a figura de Cristo sai da Catedral, o edifício (que era guardado por uma gárgula de aspecto demoníaco) desintegra-se atrás dele.
Nesta nova era de iluminação espiritual, elaborados edifícios feitos pelo Homem tornam-se desnecessários e obsoletos. Por conseguinte, desmoronam e desaparecem.Quando a noite se transforma em dia, a figura de Cristo abre os olhos ardentes e navega em direcção à luz solar. Flores de lótus, símbolo da iluminação espiritual na filosofia oriental, aparecem atrás dele, confirmando aos espectadores que o caminho para a liberdade é realmente espiritual.
CONCLUSÃO
"Eu, Bode de Estimação II" tem recebido muitos elogios pela sua perícia técnica e pela sua narrativa original. Embora não haja nenhuma narração ou diálogo, uma história elaborada é entregue usando a língua mais antiga e universal da História: o Simbolismo. Através dos símbolos, o filme consegue fazendo uma crítica mordaz da civilização ocidental de hoje, descrevendo os seus males numerosos e prevendo a sua queda inevitável. Mais importante ainda, uma descodificação completa do simbolismo do filme revela uma poderosa mensagem de iluminação espiritual com base em mistérios antigos. Embora este aspecto esotérico do filme possa não ser entendida por muitos, este é o cerne do filme e é apresentado como a solução definitiva para os males e para a corrupção do mundo de hoje. A conclusão do filme é, portanto, muito pessoal: ou o espectador se torna num bode de estimação com um 666 em código de barras na testa, ou se torna numa figura de Cristo com um terceiro olho. Esta noção de iluminação pessoal é definitivamente gnóstica e é comum à maioria das escolas esotéricas de pensamento em todas as civilizações.
Concordar ou discordar com a conclusão espiritual do filme é uma questão de crenças pessoais, mas o que é óbvio que "aqueles" que fizeram o "Eu, Bode de Estimação II" estão na posse de todas as informações sobre ocultismo, esoterismo e até mesmo conspiração. Cada cena tem subjacente uma história profunda - seja ela histórico, política ou espiritual - o que levaria páginas e páginas para explicar completamente. Aí está o poder dos símbolos: eles podem simplesmente ser admirados pela sua beleza estética ou podem, quando completamente compreendidos, revelar uma história profunda sobre a Humanidade, Deus e tudo o resto.
Fonte: The Vigilant Citizen
sábado, 7 de julho de 2012
"Jogos de Fome" - Uma amostra da Nova Ordem Mundial
O filme "Jogos de Fome" ("Hunger Games") passa-se num futuro distópico, onde as massas pobres e miseráveis vivem sob a tirania de uma elite rica e de alta tecnologia.
Será que o filme nos descreve o tipo de sociedade elitista que estão a tentar estabelecer para a Nova Ordem Mundial? Vamos então analisar as características do mundo apresentado em "Jogos de Fome" e como elas se relacionam com os planos para uma Nova Ordem Mundial.
Lançado por uma campanha de marketing gigantesca, este filme não demorou a tornar-se uma sensação mundial, especialmente entre adolescentes e jovens adultos. Por vezes considerado uma nova saga "Crepúsculo", "Jogos de Fome" tem componentes semelhantes aos que levaram à febre por esse primeiro livro (ou seja, uma jovem dividida entre dois rapazes), mas o último ocorre num contexto muito diferente.
Situado num futuro distópico (porque é que o futuro é sempre "distópico"?), "Jogos de Fome" pinta um cenário bastante sombrio do mundo de amanhã, seja de um ponto de vista social, económico ou político. Em suma, é um grande pesadelo onde uma elite rica se sustenta por detrás de uma população faminta. Enquanto isso, a perversidade e o voyeurismo da media de massa são levados a níveis absurdos e usados pelo governo como uma cola para manter intacta a ordem social injusta. Será que o filme "Jogos de Fome" está a dar aos adolescentes uma amostra de um futuro não muito distante? Não é preciso uma bola de cristal para ver que a elite está a tentar conduzir o mundo nessa direcção. Vamos analisar o mundo ficcional, mais ainda, possível futuro, de "Jogos de Fome".
A NOVA ORDEM MUNDIAL PARA ADOLESCENTES
"Jogos de Fome" ocorre num contexto que vai impressionantemente ao encontro das descrições da Nova Ordem Mundial, planeada pela elite global de hoje. Uma das principais características da Nova Ordem Mundial é a dissolução dos estado-nação regulares para formar um governo único mundial, a ser governado por um poder central. Em "Jogos de Fome", esse conceito é totalmente representado, pois a acção acontece em Panem, uma nação totalitária, que engloba o território norte-americano. Os Estados Unidos e o Canadá ter-se-iam unido numa única entidade, um passo que muitos prevêem que vá acontecer antes da criação integral da NOM.
O Presidente de Panem aborda a Nação.
Em Panem, os conceitos de democracia e liberdade desapareceram para serem substituídos por uma ditadura de alta tecnologia com base na vigilância, monitorização, doutrinação da media de massa, opressão policial e divisão radical de classes sociais. A grande maioria dos cidadãos de Panem vive em condições terceiro-mundistas. Estão constantemente sujeitos à fome, pobreza e doença. Essas difíceis condições de vida são, aparentemente, o resultado de um acontecimento devastador que gerou o completo colapso económico na América do Norte. No Distrito 12, casa do herói Katniss Everdeen, os moradores vivem em condições semelhantes às da era pré-industrial, onde as famílias de mineiros de carvão viviam em barracos improvisados e comiam ratos às refeições.
Apesar das massas viverem em como se vivia em 1800, são, no entanto, subjugadas a uma vigilância high-tech, imposta por Capitol, que usa a tecnologia para monitorizar, controlar e doutrinar a população. Câmaras de vigilância, chips RFID e hologramas 3D são abundantemente utilizados pelo governo para manipular a vontade de uma população fraca e sem instrução (embora haja sinais de solidariedade e rebeldia entre os camponeses). Para preservar a frágil ordem social, Capitol usa uma força policial maciça que está sempre pronta a reprimir qualquer tipo de revolta. Os trabalhadores são, muitas vezes, confinados a campos de concentração de civis, onde lhes são mostrados vídeos de propaganda [propaganda, aqui, refere-se a um tipo de informação, geralmente com intuito de manipular] patrocinados pelo Estado. Panem é, portanto, um estado policial de alta tecnologia governado por uma elite poderosa que procura manter as massas numa situação de pobreza e submissão. Todos estes conceitos são também bem representados noutras formas de media; parece haver um esforço consciente para normalizar a ideia de um estado policial de alta tecnologia como a única evolução normal do sistema político actual.
Vivendo em contraste nítido com o proletariado, a elite em "Jogos de Fome" habita na brilhante cidade de Capitol e entrega-se a todas as extravagâncias e tendências da moda. Esse escalão superior da sociedade vê o resto da população como uma raça inferior para ser ridicularizada, domesticada e controlada. Todos os recursos valiosos foram retirados às pessoas que vivem nos distritos para o lucro de Capitol, criando uma divisão clara e intransponível entre as pessoas comuns e a elite. O conceito de uma elite opulenta que governa uma massa empobrecida e emburrecida (tornando-se assim facilmente governável) é um aspecto importante da Nova Ordem Mundial e é claramente retratado em "Jogos de Fome". A confiança do governo na media de massa e na alta tecnologia de vigilância para manter a população sob controlo é algo que nós já observamos e, se continuarmos nessa direcção, o mundo de "Jogos de Fome" em breve tornar-se-á realidade. Há outro conceito importante para a elite ocultista que está no coração de "Jogos de Fome": os sacrifícios de sangue para espalhar o medo e ganhar poder.
SACRIFÍCIOS DE SANGUE PARA A ELITE
Katniss é escolhida como "tributo" para o seu distrito.
O governo de Panem criou os "jogos de fome" a fim de lembrar as massas da "grande traição" que cometeram por se terem se envolvido numa rebelião. Como punição pela sua insubordinação, os doze distritos de Panem devem oferecer a Capitol um menino e uma menina, com idades entre 12 e 18 anos, para fazer parte dos "Jogos de Fome". Os adolescentes devem lutar até a morte numa arena ao ar livre, num evento do tipo gladiador romano, transmitido para todo o país. As regras dos jogos refletem o desprezo da elite e total falta de respeito pela população. O nome dos jogos, em si, é um lembrete do estado perpétuo de fome em que a classe mais baixa é mantida pelos governantes, a fim de melhor a controlar.
Os meninos e meninas seleccionados para participar nos "Jogos de Fome" são chamados "tributos", um termo que geralmente descreve um pagamento proferido por um vassalo ao seu senhor e reflecte, portanto, a servidão da população aos seus governantes. Desde tempos imemoriais que os sacrifícios de sangue eram considerados como a maior forma de "tributo" aos deuses. Tal como os antigos cartagineses sacrificavam crianças ao deus Moloque, os habitantes de Panem têm que sacrificar os seus filhos a Capitol. "Jogos de Fome" são, portanto, uma versão moderna desses rituais anuais em que as massas tinham que participar para evitar a ira dos seus superiores. A nação inteira de Panem é forçada a assistir ao ritual de sacrifício que ocorre em Capitol, incitando o medo, a raiva e a sede de sangue dentro dela, ampliando o poder do ritual. Já vimos que a morte de determinadas pessoas (Whitney Houston, Heath Ledger, Amy Winehouse) se torna num evento da media que se transforma, na realidade, num mega-ritual em que toda a nação participa. "Jogos de Fome" reflecte esse conceito de mega-ritual altamente divulgado.
Os "tributos" para os "jogos de fome" tornam-se propriedade do Estado e são-lhes revogados todos os direitos.
Em "Jogos de Fome", a morte ritualística dos jovens escolhidos das massas é vendida como um evento desportivo, uma celebração a nível nacional, empacotada sob a forma de reality show. Os pobres não somente participam nesses eventos humilhantes como também torcem pelos seus favoritos. Porque aceitam tudo isso? Uma das razões é que a media de massa consegue fazer as pessoas aceitarem qualquer coisa... é divertido.
APELAR AOS INSTINTOS MAIS BÁSICOS
Os jogos são transmitidos à nação, sob a forma de um reality show completo, com os anfitriões de TV que analisam a acção, entrevistam os "tributos" e julgam a sua performance. Os "tributos" são tão doutrinados nessa cultura que prontamente aceitam as regras do jogo e ficam totalmente dispostos a começar a matar para ganhar os Jogos. As massas também participam activamente no evento, torcendo pelos seus representantes distritais, apesar de todo o evento celebrar o seu próprio sacrifício. Isto reflecte um facto triste, mas esta é a verdade sobre os meios de comunicação: qualquer tipo de mensagem pode chegar às pessoas, se conseguir captar o seu interesse. Há duas coisas que automaticamente, quase irresistivelmente agarram a nossa atenção: sangue e sexo, os reminiscentes dos nossos instintos primitivos. A violência pura do evento atrai a atenção das massas, que se esquecem de que os Jogos foram feitos para ser um lembrete da servidão das pessoas à elite. Esse conceito já é bem conhecido e plenamente explorado na media de hoje, visto que as mensagens patrocinadas pela elite são constantemente vendidas aos consumidores como "entretenimento".
A dada altura, em "Jogos de Fome", a morte de uma menina choca a população, de tal forma que traz um breve momento de lucidez e solidariedade entre eles, pois a morte evidencia a atrocidade dos Jogos. A transmissão ao vivo dessa morte leva a uma violência crescente no seu distrito, os moradores tomam consciência de que participaram em algo terrível. A revolta é rapidamente sufocada pela força policial do Estado, sempre presente. Além disso, a fim de evitar mais problemas sociais, os produtores do show introduziram um novo elemento: o amor entre Katniss Everdeen e Mellark Peeta, a menina e o menino do Distrito 12. Com a introdução do amor (e consequentemente sexo) no show, os produtores conseguiram acalmar as massas e trouxeram-nas de volta ao seu estado habitual de silêncio. Essa parte do filme reflecte como a media é utilizada pelos poderes que existem hoje. O mundo da série "Jogos de Fome" prova que histórias que habilmente apresentam os ingredientes de sexo e violência conseguem facilmente prender a atenção das pessoas. E, apesar de "Jogos de Fome" parecer denunciar a perversidade e violência nos meios de comunicação social, com certeza está trazendo ainda mais aos cinemas.
DESSENSIBILIZAR PARA UM NOVO TIPO DE VIOLÊNCIA
Embora não haja escassez de violência em Hollywood, o filme "Jogos de Fome" cruza uma fronteira que raramente é vista nos filmes: violência por menores de idade e para menores. Neste filme, vemos crianças com idade entre 12 e 18 anos a esfaquear-se violentamente, cortando, estrangulando e partindo o pescoço de outras crianças - cenas que raramente são vistas em filmes de Hollywood. Embora seja certamente uma forma de o filme capturar a atenção de um público-alvo, "Jogos de Fome" traz à tona uma nova forma de violência que antes era demasiado perturbadora para ser retratada no cinema. Mas, em particular no cenário de "matar-ou-morrer" de "Jogos de Fome", os espectadores facilmente ultrapassam essa barreira psicológica e encontram-se a gritar durante o filme coisas do tipo: "Vá lá, Katniss, pega no arco e atira na cabeça daquele *****!"
CONCLUSÃO
"Jogos de Fome" ocorre num mundo que é exactamente o que é descrito como a Nova Ordem Mundial: uma elite rica e poderosa, uma população explorada e embrutecida, a dissolução da democracia, a força policial, a vigilância de alta tecnologia, os meios de comunicação utilizados para propaganda e um monte de rituais de sangue. Não há, de facto, nada de optimista no futuro distópico descrito em "Jogos de Fome". Até mesmo a dignidade humana seria revogada, visto que as massas são forçadas a assistir à morte uns dos outros, como se fossem animais enjaulados. Dito isto, há pouca ou nenhuma diferença entre os cinéfilos que assistem ao filme "Jogos de Fome" e as massas no filme, que testemunham a crueldade dos Jogos. Ambos são participantes dispostos a ver um evento que retrata o seu próprio sacrifício, sob o olhar divertido da elite. Além disso, pode argumentar-se que o filme exerce as mesmas funções que os Jogos no filme: distrair as massas com sangue e sexo, recordando-as subliminarmente do poder da elite.
Será que "Jogos de Fome" está a tentar avisar um jovem apático dos perigos de permitir que o sistema actual se transforme num pesadelo totalitário? Ou será que está simplesmente a programá-lo para aceitar a chegada de uma Nova Ordem Mundial como uma inevitabilidade? Isto é um bom tema de debate. Mas, ao ler o que foi dito nos meios de comunicação sobre o filme, há um debate ainda mais ardente sobre "Jogos de Fome": O leitor é da equipa de Peeta ou da equipa de Gale?
Fonte: The Vigilant Citizen
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sexta-feira, 6 de julho de 2012
"Contágio" - Como os Filmes de Desastres Educam as Massas
Artigo traduzido:
Os filmes de Hollywood são normalmente apresentados como uma forma de entretenimento, mas os seus enredos muitas vezes escondem uma agenda específica. "Filmes de desastre", filmes sobre o fim do mundo através várias crises em massa, são particularmente interessantes uma vez que seguem a mesma fórmula básica e glorificam as mesmas entidades. Neste artigo, veremos o filme de desastre "Contágio" e como ele "ensina" os telespectadores em quem confiar e em quem não confiar durante uma crise.

A maioria das pessoas assiste a filmes para se divertir. Bem, particularmente não posso dizer que havia algo de divertido no "Contágio". Na verdade, a única diferença entre esse filme e aqueles filmes educativos patrocinados pelo Estado apresentados nas escolas é que, com o "Contágio", o público tem que pagar para ser doutrinado... e para ver Matt Damon. Durante a guerra fria, foram mostrados vídeos aos alunos a instruí-los de como se deveriam protegerem em caso de ataque nuclear. "Contágio" condiciona as massas a esperar a Lei Marcial e a confiar na primeira vacina disponível durante uma crise.
Com mega-estrelas de Hollywood como Matt Damon, Laurence Fishburne, Jude Law e Gwyneth Paltrow, "Contágio" é um filme de alto custo, mas também um grande comercial que promove agências nacionais (americanas) e internacionais específicas, incentivando determinados comportamentos do público. O enredo do filme parece inspirar-se no grande susto do H1N1 de 2009, que deixou muitos cidadãos com dúvidas sobre o risco real do vírus. Na verdade, depois de meses de notícias aterrorizadoras, coroadas por uma campanha de vacinação em massa, uma parcela importante da população concluiu que o pânico em torno do H1N1 foi grosseiramente exagerado e que a vacina era desnecessária.
Esta pesquisa, realizada em Novembro de 2009, mostra que 53% dos canadianos acreditam que os riscos associados ao vírus H1N1 foram exagerados.
Na sequência desta "crise", a Organização Mundial de Saúde (OMS) foi duramente criticada e até acusada de conluio com a Big Pharma para vender vacinas. Os Centros para Controlo e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) também tiveram a sua credibilidade manchada quando investigações revelaram que a agência enganou o público acerca do número de casos reais de H1N1 (por exemplo, veja o relatório da CBS News). Como resultado, essas duas agências precisavam de um bom golpe de publicidade para restaurar a sua credibilidade e para ganhar novamente a confiança do público. É aí que entra "Contágio".
Dirigido por Steven Soderbergh, "Contágio" foi produzido com a cooperação activa do CDC, da OMS e de outras organizações governamentais cujas funções eram claras: apresentar um cenário de desastre hiper-realista para justificar as campanhas de vacinação promovidas por essas agências, desacreditando aqueles que as criticam.
Nada no filme parece mostrar que esta seja uma obra de ficção. Muito pelo contrário, tudo em "Contágio" é feito para ser o mais realista possível, fazendo uso dos verdadeiros locais e agências governamentais, para tornar a história tão credível - e tão assustadora para as massas - quanto possível. Como o slogan do filme diz: "Nada se espalha como medo"... e como esse filme tenta espalhar o medo! A mensagem do filme é: "Nada foi exagerado, e da próxima vez que houver um surto de vírus, escute-nos... ou morrerá".
A FUNÇÃO DOS FILMES DE DESASTRES
Filmes de desastres são frequentemente aventuras fascinantes cheias de acção e emoção que, por vezes, utilizam o lado "e se isso acontecesse" das coisas. Enquanto alguns são muito exagerados e roçam a fantasia, outros, como "Contágio", enfatizam eventos reais. Esses filmes tendem a chegar facilmente ao coração dos telespectadores, porque levam-nos a pensar que "isto podia acontecer comigo". Filmes de desastres exploram o medo latente que acontecimentos recentes causaram na psique das massas, explorando a ansiedade e trauma, a fim de criar tensão e terror nos espectadores. De seguida, o filme propõe a melhor (e única) maneira de resolver essas questões. Grupos específicos e agências são lançadas como honrosas, úteis e confiáveis durante o tempo de crise, enquanto outras são retratadas como obstáculos e até mesmo enganosas. O drama que se segue torna-se um caso de PROGRAMAÇÃO PREDICTIVA: as medidas tomadas no filme para resolver um problema parecerão normais à população, se algum dia passarem por essa situação na vida real.
No seu livro "Propagandes Silencieuses" (Propaganda Silenciosa), o jornalista e escritor Ignacio Ramonet descreve a sempre presente "mensagem por detrás" encontrada em filmes de desastres:
"Em todos os casos, o desastre gera uma espécie de "estado de emergência", que entrega todos os poderes e meios de transporte às entidades estatais: a polícia, o exército ou "a tripulação". Retratado como o último recurso, essas instituições são as únicas capazes de enfrentar os perigos, a desordem e a decadência que ameaça a sociedade, graças à sua estrutura e conhecimento técnico. (...) Como se fosse impensável apresentar ao público em geral um desastre que não tivesse que ser resolvido pelas autoridades do Estado e poderes governamentais."
Juntamente com a importância suprema das autoridades, as massas são inevitavelmente retratadas como uma manada de idiotas propensas a pânico, que devem ser mantidas na ignorância.- Ignacio Ramonet, "Propagandes Silencieuses"
"Outra constante encontrada em filmes de desastres é a infantilização dos civis. A amplitude da catástrofe e do perigo que a população estão a enfrentar é muitas vezes escondida dela. Ela é sempre mantida fora de qualquer processo decisório, com excepção dos gestores e técnicos (engenheiros, arquitectos, empresários) que às vezes são chamados a intervir nas crises, mas sempre através de autoridades do Estado.O público em geral é muitas vezes confundido com entretenimento inútil e incentivado a obedecer sem questionar a uma elite "paternal e benevolente" que está a fazer de tudo (até ao ponto de se auto-sacrificar) para os proteger.Estes aspectos, juntamente com outros, provam que os filmes de desastres, além do seu valor de entretenimento, também apresentam uma "resposta política" a uma crise. Atrás de um modo ingénuo de narrativa fantástica, uma mensagem silenciosa é comunicada ao público: o profundo desejo dos governantes e de entidades como o exército, a polícia ou "homens importantes", que assumem o comando da restauração e a reconstrução de uma sociedade em crise, de resolver a situação, mesmo que isso signifique sacrificar parcialmente a democracia."
- Ibid.
"Contágio" segue o "estilo Ramonet" dos filmes de desastres. Desde o início, organizações específicas são identificadas como "as tais" e é-lhes automaticamente atribuído o poder de agir em grande escala, ou seja: FEMA, OMS, a Cruz Vermelha Americana e o CDC.
Então que solução é que "Contágio" propõe em caso de um surto de uma doença mortal? A Lei Marcial e vacinações em massa. O que acontecerá se algum dia uma doença dessas se alastrar? Lei Marcial e vacinações em massa. Será que a população questionariam este tipo de resposta drástica para uma crise, que pode ou não ser necessária? Não, porque centenas de horas de conteúdo na media prepararam as massas para esse tipo de situação. Vejamos os principais componentes e mensagens encontradas em "Contágio".
O MEDO ESPALHA-SE MAIS RAPIDAMENTE QUE OS GERMES
O filme começa por mostrar como alguns pessoas indivíduos, na sua rotina diária, podem facilmente contaminar milhares de outras pessoas. O ponto da introdução é simples: um vírus mortal pode espalhar-se pelo mundo numa questão de dias. Este cenário realista, mas terrível, é uma maneira muito eficaz de prender a audiência e causar um estado de medo. Durante estas cenas, a câmara foca durante alguns segundos extra objectos comuns que podem transmitir microorganismos, tais como copos; apenas o tempo suficiente para o espectador perceber: "Ei, eu às vezes toco nessas coisas! Isso poderia ser comigo! Aaaah!"
Este homem doente pode infectar todo o autocarro. Para adicionar ao drama um factor assustador, eles referem grandes cidades e a sua população.

Cuidado com os copos de água que lhe são entregues...

Nem mesmo o abraço de uma mãe é seguro.
A maioria dos que estão infectados com o vírus não vivem por muito tempo. Numa série de cenas comoventes, uma das personagens principais, Mitch Emhoff (interpretado por Matt Damon), vê a sua esposa e o seu filho perderem a vida. Os espectadores dessa tragédia são levados a pensar "Ei, isso é a pior coisa que poderia acontecer comigo!"

Ver Beth Emhoff (interpretada por Gwyneth Paltrow) morrer com o vírus é bastante preocupante e certamente ajuda a criar um clima de medo.
O filme foi lançado apenas dois anos após o surto de H1N1 e a alta cobertura da media, então o medo ainda está latente em muitas pessoas. Estas cenas do "Contágio" reactivam o "vírus do medo" que foi semeado nas pessoas. Depois de alguns minutos de cenas que induzem de pânico, a maioria dos espectadores vai dizer "Oh meu Deus, alguém faça alguma coisa com esse vírus! Esse homem perdeu a sua esposa e o seu filho, isso é horrível!". Depois, os heróis vêm ao prato e assumem o controlo das coisas... e eles estavam envolvidos na realização do filme.
AS ORGANIZAÇÕES QUE ASSUMEM COMANDO
Em "Contágio", quando o vírus se torna uma ameaça, todo o governo americano escapa para um "local desconhecido" e "procura uma forma de trabalhar online". Enquanto isso, organizações não-governamentais (ONGs) específicas da vida real são identificadas pelo filme como "heróis" e como as pessoas certas para lidar com a crise. Essas organizações são promovidas perante os espectadores e são-lhes conferidas legitimidade e confiabilidade automáticas. No entanto, aqueles que estão informados sobre a agenda da elite mundial para uma Nova Ordem Mundial, sabem que essa elite direcciona as acções dessas organizações, a favor dos seus objectivos. Em suma, o filme diz: "Se uma crise como esta acontecer, o governo vai desaparecer, a democracia será suspensa e as ONGs vão assumir o controlo."
As agências identificadas pelo filme são:

O CDC (Center for Disease Control), que sempre promoveu campanhas de vacinação.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) - que foi acusada, no caso do H1N1, de espalhar "medo e confusão, ao invés de informações imediatas". No filme, no entanto, a OMS é um factor importante na resolução do problema.

A FEMA (Federal Emergency Management Agency) e a Cruz Vermelha Americana controlam os civis. "Contágio" mostra aos telespectadores como as situações de emergência poderiam trazer rapidamente a Lei Marcial, o que levaria à criação de campos de concentração para civis, monitorizados pela FEMA (que precisava de uma boa imagem depois do furacão Katrina).

E claro, o exército dos EUA está em todo o lado, uma vez imposta a Lei Marcial, a "imposição do regime militar, pelas autoridades militares sobre as regiões designadas em caráter de urgência" é um dado adquirido.
Assim, na sequência de uma "crise biológica", o governo americano, democraticamente eleito, basicamente se dissolve, e organizações específicas (CDC, a OMS, a FEMA, o Exército dos EUA) encarregam-se de todos os aspectos da sociedade. E esse "tomar conta" procede-se de uma forma muito específica: a Lei Marcial e campos de concentração de civis.
LEI MARCIAL
Em "Contágio", o vírus mortal é designado por MEV-1 e o resultado social da epidemia é retratado de uma maneira específica. Primeiro, a população em geral, sempre retratada como idiota, como gado e propensa à violência, perde o controlo. As massas são sempre apresentadas em pânico, a gritar, a roubar, a assaltar e a lutar. Isto leva ao colapso geral da ordem social e a um estado de anarquia.

Um grupo de pessoas rudes a assaltar uma farmácia para obter medicação.
Onde quer que as pessoas sejam colocadas juntas, todo o tipo de problemas acontecem. Isso conjuga-se com o conceito de "infantilização" das massas, que necessitam ser controladas por um responsável ou por autoridades "paternalistas".

O Exército dos EUA impõe a Lei Marcial e coloca o Estado de Minnesota em quarentena, bloqueando todo o tráfego para fora do Estado. Aqueles que procuram abandonar o Estado são mandados voltar para casa.
Os cidadãos são então direccionados para os campos da FEMA.

Este estádio foi transformado num acampamento FEMA.

Os civis (mesmo saudáveis) têm seus os direitos revogados e são direccionados para os campos FEMA, onde são alimentados e alojados. Nesta cena, a falta de "refeições individuais" para alimentar toda a população do campo provoca um pequeno motim.
O TEÓRICO DA CONSPIRAÇÃO
Se alguns grupos e organizações são identificadas pelo filme como "competentes" e "confiáveis", outros grupos obtêm um tratamento muito diferente, ou seja, os meios de comunicação alternativos. Personificada por um blogueiro chamado Alan Krumwiede (interpretado por Jude Law), a media alternativa é apresentada como fonte não confiável, empenhadas em sensacionalismo e lucro. Por outras palavras, o filme insinua que a informação que não vem de fontes "oficiais" são inválidas e potencialmente perigosas. Não é exactamente uma mensagem de expressão pró-liberdade.

"Soro da Verdade", um blog dirigido por Alan Krumwiede, assemelha-se a muitos sites da web de "notícias alternativas". Este tipo de informação, que não vem de meios de comunicação ou de fontes governamentais, definitivamente não é retratada de forma positiva.
Desde o início, Alan Krumwiede é retratado como um blogueiro um tanto duvidoso, com uma ética de trabalho questionável e que não ganha muito respeito do jornalismo e nem da comunidade científica. Quando ele tenta que uma das suas histórias fosse publicada num jornal, The Chronicle, é rejeitado por falta de evidências. Quando ele entra em contacto com um cientista a respeito do vírus, o cientista responde: "Blogar não é escrever, são grafittis com pontuação."
Apesar desta falta de respeito por parte dos organismos "competentes", Alan Krumwiede tem uma audiência ampla e conta com "milhões de visitantes por dia" no seu site. Nele, ele afirma que a cura para o vírus MEV-1 existe e se chama Forsythia, mas é reprimido pelos poderes constituídos para vender vacinas. Ele também alerta os seus leitores para não tomarem a vacina que é dada pelas autoridades.
O governo aparentemente não tolera esse tipo de dissidência. É criada uma armadilha criada, por um agente infiltrado, para conseguir prender Krumwiede. Quando ele descobre a manobra, o agente diz: "Alan, eu não tive escolha, eles já viram o seu blog." De seguida, agentes do governo aparecem do nada e Krumwiede é preso por "fraude contra a segurança, conspiração, e muito provavelmente assassinato."

Krumwiede é preso devido ao conteúdo de seu blog. "Contágio" envia uma mensagem poderosa contra as fontes "alternativas" de informação: Afastar-se das "fontes oficiais" é perigoso e contra a lei.
Mais tarde, sabe-se que Forsythia foi uma mentira e que Krumwiede arrecadou 4,5 milhões de dólares ao promovê-la aos seus leitores. O chefe de Segurança Interna quer metê-lo na cadeia por um "longo, longo tempo". No entanto, devido à sua popularidade, Krumwiede consegue uma fiança porque, como o chefe de Segurança Nacional afirma: "Evidentemente, há 12 milhões de pessoas loucas, como você."
A personagem de Alan Krumwiede e a maneira como ele é retratado é interessante por várias razões. Primeiro, ele reflecte a crescente influência dos blogs e sites alternativos na opinião pública - um fenómeno recente que não se coaduna com os objectivos da elite, que pretende o monopólio da informação. Ao retratar a personagem como desonesta, corrupta e até mesmo perigosa para o público, o filme justifica a segregação de tais escritores e até mesmo a sua prisão. Ninguém no filme parece importar-se que isso seja uma violação directa da Primeira Emenda.
Em segundo lugar, quando a vacina H1N1 foi lançada, em 2009, e as campanhas de vacinação em massa foram organizadas, muitos cidadãos e figuras de autoridade, incluindo autoridades de saúde pública, médicos e especialistas pronunciaram-se contra ela. Alegaram que a vacina era desnecessária, insuficientemente testada e que teria efeitos colaterais negativos. Ao associar a figura corrupta de Alan Krumwiede com o "movimento anti-vacina", o filme desacredita todos aqueles que questionam a necessidade de campanhas de vacinação em massa. Se um outro vírus atacar, os espectadores de "Contágio" podem ser mais propensos a ignorar esses movimentos. Por outras palavras, o filme diz: "Os teóricos da conspiração são mentirosos, corruptos, perigosos para a segurança pública e devem ser presos. Não lhes dê ouvidos. Eles fazem dinheiro com curas falsas." No entanto, aqueles que ganham ainda mais dinheiro com essas vacinas falsas são bons. "Ouça as autoridades e obtenha a vacina... ou então morrerá."
A ÚLTIMA SOLUÇÃO
Depois de meses de horror e centenas de milhões de mortes, uma solução final surge e salva a Humanidade: a vacinação em massa.

Qual é a única solução para o problema? A campanha de vacinação em massa.
Aqueles que recebem a vacina obtêm o privilégio de usar uma pulseira rastreável. Isso permite-lhes frequentar lugares públicos, como centros comerciais.

Ou se vacina, recebe um código de barras e frequenta lugares públicos. Ou não se vacina, fica em casa... e morre.
CONCLUSÃO
"Contágio" pode ser apresentado como uma obra de ficção, mas transmite várias mensagens importantes que as autoridades precisam que o público aceite. Para isso, o filme define um problema específico, que de facto ocorreu no passado, identifica as agências que têm o direito de assumir o comando da situação e propõe a única solução possível para corrigir o problema. Essa solução não é simples: a dissolução do governo, a imposição da Lei Marcial, a criação de campos de concentração para civis, campanhas de vacinação forçada e a supressão da liberdade de expressão. A democracia e os direitos civis são sumariamente suspensos e testemunhamos a criação de uma sociedade altamente controlada e monitorizada (utilizando um código de barras).
São os filmes de catástrofe como "Contágio" exclusivamente criados para o entretenimento ou são também usados para "doutrinar" o público sobre o que é aceitável e o que não é quando ocorrer uma catástrofe? Será que a Organização Mundial da Saúde participa num filme apenas para entreter as pessoas? Facto interessante: O filme foi lançado em DVD ao mesmo tempo que a OMS foi acusada de exagerar a taxa de mortalidade da nova gripe aviária H5N1. A OMS recentemente também permitiu a publicação de investigação controversa que descreve a criação de uma versão mutante e altamente contagiosa do vírus. Poderia uma versão mais reforçada do vírus ser propositadamente lançada sobre o público para justificar a Lei Marcial? Espere, talvez eu não deveria dizer essas coisas. Eu não quero ser preso por "conspiração, fraude contra a segurança e muito provavelmente assassinato".
Fonte: The Vigilant Citizen
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[Vídeo] Bode de Estimação
Uma história sobre o fogo no coração do sofrimento. Reunindo bailarinos, músicos, artistas visuais e animadores 3D, o filme lança um olhar crítico sobre os acontecimentos da última década que moldaram o nosso mundo. Simplesmente incrível, perturbador, mas incrível.
Ao chegar aos 7:26, o vídeo salta directamente para os 7:28... ou seja o tempo 7:27 (7/27 ou no nosso calendário 27/7) não é apresentado. 27 de Julho é o dia da cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos.
ANÁLISE DO VÍDEO:
ANÁLISE DO VÍDEO:
Illuminati Symbolism - Heliofant showing the next 9/11 False Flag
I Pet Goat 2 - Olympic's 2012 Analysis
quarta-feira, 27 de junho de 2012
"They Live", um filme estranho com uma mensagem poderosa
Artigo traduzido:
"Eles Vivem" é um filme de ficção científica dos anos 80 no qual figuram alienígenas, um lutador de WWF e um lote inteiro de óculos de sol. O que há para não gostar? Embora, à primeira vista, o filme pareça ser um 'non-sense', "Eles Vivem" transmite na verdade uma mensagem poderosa sobre a elite e utilização dos meios de comunicação social para controlar as massas. O filme que descreve o que chamamos de Illuminati? Este artigo analisa o significado mais profundo do filme, estranho mas fascinante, de John Carpenter, "They Live".
Assistir a "Eles Vivem" é uma experiência conflituosa. É uma estranha combinação de mensagens de "abrir de olhos" e uma medíocre representação, uma crítica social poderosa com efeitos especiais de um filme de classe B dos anos 50, e uma sátira emocionante com tiradas invulgares. Fazendo os espectadores oscilarem constantemente entre um "Uau, isso foi de génio!" e um "Oh, isso foi brega!", é difícil avaliar correctamente o filme de um ponto de vista cinematográfico.
No entanto, a partir do ponto de vista da mensagem, "Eles Vivem" é ouro. Baseado no conto de Ray Nelson, "Eight O'Clock in the Morning", o filme é uma daquelas histórias subversivas raras que obriga o espectador a questionar o seu mundo e o que o rodeia. Porque, apesar do facto do filme ser sobre alienígenas macabros, ele transmite verdades ao espectador, em relação às quais é apenas feita uma breve alusão nos filmes da moda. Na verdade, analisando bem a história, pode perceber-se que há provavelmente mais "ciência" do que "ficção" na história de "Eles Vivem"... especialmente quando se usam "óculos de sol de ver a verdade".
O herói do filme, interpretado pelo lutador de WWF Roddy Rowdy Pipper, é um vadio aparentemente sem nome. No conto e nos créditos do filme, ele é conhecido por "Nada", o que significa literalmente "nada".
Apesar do inominado "Nada" ser pobre e sem abrigo, ele consegue expor a obscurecida liderança dos alienígenas no mundo. Como consegue ele isso? Com a única coisa que ele precisa: A Verdade. Ah, e também armas. Ele usou um monte de armas. O mais importante é que, apesar do facto de "Nada" ter sido tentado por várias vezes a silenciar-se em troca de uma "compensação generosa", ele manteve a sua integridade e nunca concordou em vender-se aos alienígenas. Isso é um exemplo. Para terminar em beleza, ele diz que as melhores frases de sempre:
"Eu estou aqui para chutar traseiros e mastigar chiclete... e eu estou sem chiclete."
São os alienígenas do filme uma forma imaginativa de retratar a elite mundial, aqueles que secretamente governam no mundo, a quem chamamos Illuminati? Vamos revisitar este clássico de culto e ver como ele nos descreve o papel obscuro da elite.
A PREMISSA
Desde o início, ao ver "Nada" a caminhar em Los Angeles com sua mochila, o filme define-se um modo particular: algo não está bem. Enquanto "Nada" parece ser um tipo despreocupado, a cidade não é alegre e não é muito simpática para um tipo despreocupado. Pelo contrário, há uma sensação de fatalidade iminente no ar: a pobreza é alarmante, há helicópteros a voar em redor da cidade e nas ruas há pregadores que falam de seres sem alma que regem o mundo.
"O veneno das cobras está nos seus lábios. As suas bocas estão cheias de amargura e maldições. E nos seus caminhos, nada mais que ruína e miséria. E o temor a Deus não se encontra nos seus olhos! Eles tomaram os corações e mentes dos nossos líderes. Eles recrutaram os ricos e poderosos, e mantêm-nos cegou para a verdade! E o nosso espírito humano está corrompido. Por que é que adoramos a ganância? Porque fora do limite da nossa visão, alimentando-se de nós, empoleirados em cima de nós, do nascimento até a morte, estão os nossos donos. Os ossos proprietários, eles detêm-nos. Eles controlam-nos. Eles são nossos mestres. Acordem. Eles são tudo sobre vocês, tudo ao vosso redor!"
Será a descrição que o pregado faz dos "mestres" aplicável aos Illuminati? Acredito que sim.
À medida que seguimos "Nada" à deriva pela cidade, sem rumo, a câmara foca muita vezes pessoas que olham fixamente para telas de televisão, sem pensar, absorvendo as mensagens insípidos transmitem. O cidadão comum parece realmente desfrutar dos programas de televisão... até que uma organização obscura pirateia todas as ondas de rádio para transmitir mensagens subversivas sobre os governantes ocultos do mundo.
"Os nossos impulsos estão a ser redireccionados. Estamos a viver num estado de consciência artificialmente induzido que se assemelha a um sono. (...) Os pobres e as classes baixas estão a crescer. A justiça racial e direitos humanos são inexistentes. Eles criaram uma sociedade repressiva e somos cúmplices involuntários. A sua intenção de governar reside na aniquilação da consciência. Nós fomos levados a um transe. Fizeram-nos indiferentes a nós mesmos, aos outros. Estamos focados apenas no nosso próprio benefício. Por favor, entenda. Eles estão seguros desde que não sejam descobertos. Esse é o seu principal método de sobrevivência. Eles mantêm-nos a dormir, mantêm-nos egoístas, mantêm-nos sedados."
Pode a declaração acima ser aplicada aos Illuminati? Acredito que sim.
Os cidadãos comuns que assistem a esta transmissão de TV pirateada ficam todos uma enorme dor de cabeça - a verdade nua e crua é realmente é mais do que a maioria das pessoas pode suportar. Um espectador como muda de canal depois do interlocutor na TV dizer: "Despertem, seus burros!". Tal como hoje, a maioria das pessoas não quer ouvir falar sobre esse tipo de coisas... eles só querem voltar para os seus programas de TV sem sentido.
"Nada" apercebe-se que o pregador de rua e o homem na televisão estão ligados através de uma igreja local. Quando ele se esgueira para dentro da igreja, descobre que na verdade é a sede de uma organização clandestina.
Numa parede no interior da igreja está escrito "Eles Vivem, Nós Dormimos", uma frase que descreve a diferença fundamental entre a elite e as massas. Os que estão no poder sabem a verdade sobre o mundo e possuem os meios e o poder para realmente "viver". O resto da população está sedado, emburrecida e manipulada num estado de 'zombie', de forma a que seja tão facilmente manipulável quanto possível pelos mestres. A ignorância das massas é igual a um estado de sono sem fim.
"Nada" descobre que a organização rebelde está a tentar recrutar pessoas para derrubar os governantes. No entanto, alguns dias mais tarde, "Nada" descobre o que acontece àqueles que maquinam contra quem está no poder.
Helicópteros, escavadoras e polícias num motim gaseiam o local, destroem tudo e prendem violentamente os membros da organização clandestina. É assim que a elite responde a pontos de vista contrários.
Depois de testemunhar a violenta actuação da polícia, "Nada" começa a perceber que algo está errado na América. O tipo despreocupado que acreditava no trabalho duro e no cumprimento das regras começa a acreditar que algo está errado aqui.
Determinado a aprender mais, "Nada" volta a entrar na igreja e encontra algumas coisas interessantes.
A polícia tapou com tinta a frase "Eles Vivem, Nós Dormimos". Obviamente, "Eles" não querem que a mensagem a seja conhecida.
Mais importante, "Nada" descobre uma caixa cheia de óculos de sol que lhe permitem ver o mundo como ele é. Bónus adicional: eles também têm muito estilo.
A VER A VERDADE
Apesar de os óculos encontrados por "Nada" parecem aparentemente ser inútil, eles oferecem-lhe o maior presente de todos: a verdade. Quando "Nada" coloca os óculos de sol pela primeira vez, a experiência é chocante.
Quando tem seus óculos de sol, "Nada" vê através da cortina projectada pelos meios de publicidade e de comunicação social. Ele vê o âmago das mensagene e a única razão pela qual elas existem.
Não importa o qual a revista que "Nada" abre, ele vê as mesmas mensagens subliminares, que revelam a verdadeira função das "celebridades" e das revistas de "moda". Apesar do facto de serem revistas diferentes, todas eles, em última análise, servem o mesmo propósito: reforçar as mensagens da elite para as massas.
"Nada" também compreende rapidamente a verdade sobre o dinheiro.
"In God We Trust" ("Confiamos em Deus") ?
A descoberta mais chocante de "Nada" diz respeito as pessoas ao seu redor.
Algumas pessoas não são humanas. Elas são de outra raça, que se infiltrou na sociedade.
"Nada" percebe que eles estão em toda parte e que detêm posições de poder, como este político, a fazer um típico discurso "político" na televisão. Será esta uma forma de retratar os Illuminati?
Ao descobrir essa verdade, "Nada" ficou irritado. Realmente irritado. Como reagiu ele à situação? Ele não foi para casa e escrever um poema sobre isso. Não, ele pegou uma espingarda e começou a atirar sobre os alienígenas.
Quando os alienígenas percebem que "Nada" os consegue ver através de seu disfarce, alertam imediatamente as autoridades dizendo "eu sei de um que pode ver". Ser capaz de "ver" é, obviamente, desaprovado pelos alienígenas - eles não gostam de ser expostos. "Nada" torna-se rapidamente num pária social e os alienígenas começam a fechar o círculo sobre ele. Confrontado com esta situação, "Nada" profere as palavras profundas e intemporais: "I don't like this ooooone bit!" (Eu não gosto meeeeesmo nada disto!")
Muitos alienígenas fazem parte da força policial e o seu único propósito é assegurar que o seu governo não é perturbado. A maioria dos polícias são, porém, seres humanos regulares que apenas cumprem as ordens porque é o seu trabalho... um pouco como os polícias reais que fazem o trabalho dos Illuminati.
"Nada" e todos na cidade são constantemente monitorizados por câmaras de vigilância voadoras que são estranhamente similares aos novos drones não tripulados que estão a aparecer pelo mundo.
Câmaras de vigilância voadoras foram considerados ficção científica em 1988. Elas são hoje realidade.
Um drone não tripulado moderno equipado com uma câmara de vídeo.
O conceito dos "óculos de sol de ver a verdade" é uma maneira interessante para ilustrar a importância do conhecimento na nossa percepção de mundo. Duas pessoas podem estar a olhar para a mesma coisa e ainda assim perceber duas realidades muito diferentes, dependendo do nível de informação e da consciência de cada um. Os óculos de sol de "Nada" podem, portanto, representar o conhecimento da verdade, o que permite uma percepção clara da realidade.
À PROCURA DE OUTROS QUE SAIBAM A VERDADE
Ao saber a verdade chocante sobre o mundo, "Nada" sente a necessidade de partilhar esta informação vital com o seu amigo Frank Armitage. No entanto, "Nada" apercebe-se rapidamente de que algumas pessoas não querem ouvir falar sobre isso. De facto, muitos realmente ficam com raiva e ofendidos com a simples menção de algo que faça alusão a ela. Quando "Nada" pede a Frank para colocar os óculos escuros para que possa ver o que ele vê, Frank recusa firmemente e chama-o de "maluco filho da...". "Nada" responde com outra frase clássica: "Either you put these sunglasses on or start eating that trash can." ("Ou pões esses óculos ou vais comer da lata do lixo.")
De seguida, desenrola-se uma das maiores lutas corpo-a-corpo que já vi (oito minutos de murros e pontapés), uma cena arrastada por tanto tempo que se torna completamente absurda e até mesmo cómica. Apesar da cena talvez parecer ridícula, ela diz algo sobre a dificuldade de fazer com as pessoas regulares acordem da sua feliz ignorância.
Frank finalmente vê a verdade. Tudo o que custou foi ter levado uma tareia de "Nada", forçando os óculos de sol na sua cara, contra a sua vontade e forçando-o a olhar em redor. Sim, convencer outras pessoas da verdade pode ser uma tarefa difícil.
É preciso um grande esforço por parte de "Nada", mas Frank finalmente vê os alienígenas que controlam o mundo. Os dois amigos são então convidados para uma reunião secreta da organização clandestina que está a tentar livrar a Terra dos alienígenas.
Durante a reunião, são oferecidas lentes de contacto a "Nada" e Frank. Os óculos de sol provocam dores de cabeça a quem os usa, especialmente quando retirados. Quando expostos à verdade, a adaptação à nova realidade pode ser realmente difícil, até mesmo dolorosa. No entanto, depois de um tempo, torna-se parte perfeita da pessoa. Um pouco como o uso de lentes de contacto.
Durante a reunião, "Nada" e Frank são informados de que os seres humanos estão a ser recrutados pelos alienígenas em troca de riqueza e poder. Como o líder da organização clandestina diz: "A maioria de nós vende-se imediatamente". É bastante fácil fazer uma correlação entre os do filmes e os reais políticos e celebridades, que prontamente se vendem aos Illuminati em troca de riqueza, poder e fama.
A reunião não durou muito tempo, no entanto, a polícia toma de assalto o local e começar a disparar sobre todos. Eles são designados uma "organização terrorista" pela elite. "Nada" e Frank conseguem escapar e, acidentalmente, voltam a encontrar-se atrás das linhas inimigas, na base subterrânea alienígena.
ATRÁS DAS LINHAS INIMIGAS
Enquanto exploram base dos alienígenas no subsolo, "Nada" e Frank vão parar a uma festa organizada pelos alienígenas para os colaboradores humanos, para lhes agradecer a sua "parceria". Embora os seres humanos nunca sejam considerados como iguais para os alienígenas, aqueles que se vendem a eles obtêm benefícios monetários... Assim como aqueles que, não fazendo parte da elite, se venderam, apoiando os planos da Nova Ordem Mundial.
"As nossas projecções mostram que, até o ano de 2025, não só a América mas todo o planeta estarão sob a protecção e domínio desta aliança de poder. Os ganhos foram substanciais, tanto para nós e para vocês, a elite do poder humano".
Frank e "Nada" descobrem então a origem dos canais de lavagem cerebral dos alienígenas: um estúdio de televisão. Os alienígenas usam a rede para transmitir sinais hipnóticas e subliminares para os seres humanos, cegando-os da verdade sobre os seus governantes e sobre o mundo. A mensagem que transmitida aqui é: os media são a ferramenta preferida da elite para doutrinar as massas e para mantê-los em servidão.
A estação de TV "Cabo 54" é usada pelos alienígenas para hipnotizar os seres humanos. Isto é ficção científica? Dificilmente.
"Nada" apercebe-se de que a única maneira de salvar a Humanidade das garras dos alienígenas é ir para o telhado do edifício da estação de TV e derrubar o emissor das mensagens subliminares, disfarçado como uma antena parabólica. De facto, sem uma media controlada pela elite para doutrinar as massas será muito mais difícil. Então, "Nada" e Frank começam a disparar, abrindo caminho em direcção ao telhado, o que não uma tarefa fácil.
O AGENTE DE DESINFORMAÇÃO
Esta senhora, que parecia ser boa no início, tentou desencaminhar, enganar e até assassinar "Nada" durante a sua missão. Ela acaba por alvejar Frank na cabeça.
"Nada" conheceu Holly Thomspon, uma executiva da rede Cabo 54, no início da sua aventura. Apesar de "Nada" parecer ser um pouco apaixonado por ela, ela traz sempre algum problema. Na reunião da "organização terrorista", Holly infiltrou-se no grupo, agindo como uma simpatizante e afirmando que a rede Cabo 54 "estava limpa" e que não era a fonte do sinal dos alienígenas, que era mentira. Hoje, a desinformação é amplamente utilizada pela elite para confundir e enganar aqueles que tentam descobrir a verdade sobre o mundo.
Durante a luta de"Nada" em direcção ao telhado do edifício, Holly aparece novamente, alegando quer er ajudá-lo. No entanto, ela está simplesmente a tentar matá-lo, antes que a sua missão seja cumprida. Ela é, portanto, um outro ser humano que se vendeu aos alienígenas, sendo usada para corromper os seres humanos não corrompidos que tentam libertar-se a si e aos outros.
ABATENDO OS ALIENÍGENAS
"Nada" consegue derrubar o transmissor dos alienígenas e salva a Humanidade. Este acto heróico culmina, no entanto, na sua mote, com um polícia a atirar sobre ele de dentro de um helicóptero. "Nada" torna-se, portanto, o herói por excelência, sacrificando a vida para o bem da Humanidade - um mártir na libertação humana dos governantes sem alma.
Mesmo sabendo que lhe custou a vida, "Nada" não se arrepende de ter exposto os alienígenas ao mundo. Com as suas últimas forças, "Nada" dá aos estrangeiros um presente de despedida exclusivamente humano: o dedo.
Uma vez em baixo o sinal dos alienígenas, as massas são capazes de ver o mundo como ele é: a cara feia dos alienígenas é exposta ao mundo.
Os telespectadores em todo o mundo percebem agora que as pessoas que lhes davam as notícias do dia eram também aquelas que os controlavam.
CONCLUSÃO
Embora "Eles Vivem" seja geralmente descrito como "um filme de ficção científica que critica a cultura de consumo", o alcance da sua mensagem, na verdade, vai muito além da usual leitura "consumismo é mau". "Eles Vivem" pode de facto ser interpretado como um tratado sobre o condicionamento sistemático do pensamento e da experiência humana, por parte de uma elite oculta, para secretamente controlar, manipular e explorar as massas.
No filme, os governantes são retratados como uma raça completamente diferente, que considera o Homem inferior - algo que pode ser facilmente correlacionado com as linhagens dos Illuminati. A presença dessas mensagens fortes do filme é uma das razões pela qual "Eles Vivem" se tornou uma espécie de culto clássico, apesar do facto de ter sido muito criticado pelos críticos de cinema. À medida que os anos passam, a mensagem do filme está a tornar-se cada vez mais relevante... e assustadoramente realista.
Muitos daqueles que procuram a verdade sobre o mundo percebem que as rédeas são detidos por uma elite não-eleita, que é escondida dos olhos do público. Como o cartaz promocional do filme diz: "Você vê-os na rua. Você vê-os na TV. Você pode até votar num neste Outono. Você acha que eles são pessoas como você. Você está errado. Absolutamente errado."
Agindo nos bastidores, essa elite secreta trabalha constantemente para a criação de um sistema global que sirva os seus interesses: a Nova Ordem Mundial, liderada por um governo mundial.
Como um colaborador humano diz no filme para justificar a sua venda: "Já não há países. Já não existem boas pessoas. Eles lideram o show. Eles são os donos de tudo. Do planeta inteiro!"
Para facilitar o trabalho dos governantes, as massas são mantidos no escuro e distraídos com o falso show de marionetas que é a política e a programação de pensamento não-independente que é media de massa. Ignorância, apatia e indiferença são os melhores amigos da elite.
Apesar de seus inexpressivos efeitos especiais e diálogos estranhos, "Eles Vivem" consegue descrever as motivações da elite mundial e a sua estratégia, de uma forma que pode ser entendido por todos. E isso não é tarefa simples. No entanto, a fim de compreender plenamente a mensagem do filme, é preciso estar a ver através dos óculos de sol da verdade. Você tem os seus?
Fonte: The Vigilant Citizen
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