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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Alegremo-nos, nada aconteceu!


Faço minhas as palavras da Salu
"As olimpíadas passaram, os dias 11 e 12 de agosto também  e nada  do que esperávamos aconteceu!!! E que permaneça assim. Fico muito feliz!!!!!!!! Prefiro ser taxada de maluca a presenciar uma catástrofe semelhante ao que ocorreu no Japão... esses dias foram tensos."

terça-feira, 24 de julho de 2012

FALSA BANDEIRA: Israel "teme" que o Irão ATAQUE nas OLIMPÍADAS

Israel teme que o Irão ATAQUE nas OLIMPÍADAS e pede para começar a guerra antes que isso aconteça. 

london olympics security iran

Jerusalém, Israel - A apenas alguns dias antes dos Jogos Olímpicos de Londres, toda gente naquela cidade está ao rubro. Os trabalhadores correm a afinar os últimos detalhes, os atletas começam a focar-se no evento, e os moradores estão com raiva de todos os sinais de tráfego  inconvenientes que Jogos trazem. 

Agora surgiu um novo problema: Os Serviços de Inteligência Israelitas emitiram uma advertência ou, pelo menos, exprimiram preocupação, que o Irão está a planear atacar os Jogos de alguma forma. Embora não tenham disponibilizado detalhes, Israel está profundamente preocupado que um ataque esteja iminente e considera que algo deve ser feito para impedir que isso aconteça. 

london security
O que essa acção poderá ser, no entanto, depende da natureza exacta da ameaça, que ninguém, ao que parece, sabe o que será. Israel, porém, acredita que pode ter a solução geral que poderia acabar completamente com a ameaça iraniana: sobrevoar com seus aviões o espaço aéreo iraniano e disparar um monte de mísseis, algo que eles têm vindo a defender bem antes de a ameaça olímpica. 

"O Irão vai atacar os Jogos, a menos que algo seja feito, assim como eles têm feito na Bulgária e em todo o mundo. Eles vão atacar israelitas onde quer que estejamos vulneráveis ​​e estamos muito vulneráveis ​​nos Jogos Olímpicos", disse uma fonte do Mossad. 

"Isso é inevitável e, se não estão autorizados a fazer algo, muitas pessoas vão morrer e o grande evento dos Jogos Olímpicos será arruinado para sempre."

A cerimónia de abertura dos Jogos coincide com o 40º aniversário do ataque de Munique de 1972, que não tinha nada a ver com o Irão.

Um recente ataque a um autocarro na Bulgária, que matou cinco israelitas, tem sido atribuído ao Irão, apesar de uma completa e total falta de evidências que comprovem tal ligação. 

netanyahu olympics mad"Obviamente, Israel está muito no limite. Eles são quase sempre no limite, então, nada realidade, nada muda. É possível, provável até, que alguém esteja a planear um ataque terrorista em Londres, mas que poderia ser em qualquer momento naquela cidade. Com toda a segurança adicionada, algo como isso vai ser difícil, com certeza", disse  o analista da Scrape TV Sports, Mark Marvins.

"Apesar desse facto, porém, Israel não vai aceitar bem. Na verdade, claramente, quer atacar o Irão e encontrará qualquer desculpa para fazê-lo, mesmo que eles não façam nada." 

Autoridades iranianas disseram que, tal como no passado, não vão levantar um dedo para fazê-lo.

mahmoud iran olympics"O risco real é que os ânimos fiquem tão inflamados que Israel avence e ataque o Irão durante os Jogos. Isso seria péssimo, especialmente porque os mísseis iranianos podem atingir Londres, o que significa, naturalmente, que eles lançariam um ataque em grande escala na cidade durante os Jogos e matariam milhões. Eles ainda podem usar as suas armas nucleares e destruir o mundo.", continuou Marvins.

"Eu não imaginar nada mais longe dos ideais olímpicos do que a guerra nuclear global. Isso seria realmente criar uma sequela nos Jogos que nunca seria capaz de se ultrapassar, principalmente porque estaríamos todos mortos, é claro."

O Irão nega ter bombardeado o autocarro na Bulgária ou ter planos para atacar os Jogos Olímpicos, que é exactamente o que Israel diz que seria de esperar que eles dissessem.

Fonte: Scrape TV

sábado, 21 de julho de 2012

Londres 2012: Prometeu e o revezamento da Tocha Olímpica

Artigo traduzido: 


Londres prepara-se para Jogos Olímpicos 2012 e o revezamento da tocha olímpica começou a 18 de Maio de 2012. Este evento cerimonial, onde pessoas de todas as esferas sociais carregam a tocha olímpica por todo o país, é particularmente simbólico para aqueles que começaram estas tradições olímpicas. 

Na mitologia grega, o "portador da tocha" original foi Prometeu, o titã que roubou o fogo dos deuses para dá-lo à Humanidade. O fogo foi considerado pelos antigos como sendo uma pequena faísca do Sol, considerada a manifestação física da divindade. Ao trazer o fogo à Humanidade, Prometeu, portanto, habilitou os seres humanos a participar em "todas as coisas divinas" e até lhes permitiu aspirar a tornarem-se deuses. Por esta razão, Prometeu é particularmente venerado em sociedades secretas, uma vez que o seu mito é a representação máxima da filosofia e dos objectivos das escolas de mistério: a ascensão para a divindade e a imortalidade do próprio Homem. 

Prometeu com a tocha. 
Nos ensinamentos esotéricos, o acto de "carregar a tocha" é um símbolo da consciência do Homem da sua  própria "centelha divina", representa a sua aspiração de se tornar "um dos deuses". Esta é, em poucas palavras, a filosofia central de elite mundial, que é fortemente influenciada pelos ensinamentos herméticos do Rosacrucianismo, Maçonaria e Iluminismo. Por esta razão, a Tocha da Iluminação de Prometeu é frequentemente encontrada no simbolismo da elite ocultista. 

Fonte Prometeu no Rockefeller Center. Atrás do chafariz está escrito: "Prometeu, professor em todas as artes, trouxe o fogo que mostrou aos mortais um meio para fins valentes." Leia o artigo completo no The Vigilant Citizen sobre o simbolismo do Rockefeller Center, no artigo intitulado "Sites Sinister - Rockefeller Center"
Provavelmente, o portador da tocha mais famoso do mundo, a Estátua da Liberdadeoferecida aos Estados Unidos pelo Grand Orient Temple Freemasons
Uma mão que empenha uma tocha no topo da pirâmide da Los Angeles Central Library (artigo completo sobre a biblioteca AQUI). 
O mito de Prometeu é, em muitos aspectos, semelhante ao mito de Lúcifer - cujo nome, em latim, significa "Portador da Luz". Desde que Lúcifer caiu do céu para o reino terrestre - trazendo com ele a "luz da iluminação" - é considerado pelas escolas de ocultismo o Portador da Luz, a Estrela da Manhã, do intelectualismo e da iluminação. 

Uma vez que a Tocha do Iluminismo é o principal símbolo que representa a filosofia da elite, será surpreendente encontrá-lo em lugar de destaque num ritual de abertura de um evento grandioso do mundo desportivo? 

NOS JOGOS OLÍMPICOS 

O primeiro revezamento da tocha olímpica. 
O primeiro revezamento da tocha olímpica foi realizado nos Jogos Olímpicos de 1936, em Berlim, durante o regime nazi. Apesar do facto de Hitler ter proibido as organizações maçónicas na Alemanha (ele identificou-as como servas dos judeus), o seu regime, no entanto, foi inspirado e profundamente mergulhado nas sociedades secretas. Ele tinha um grande respeito pelo simbolismo e pela constituição das sociedades secretas.
"Todas as supostas abominações, os esqueletos e cabeças decapitadas, os caixões e os mistérios, são meros espectros para as crianças. Mas há um elemento perigoso e que é o elemento que eu copiei deles. Eles formam uma espécie de nobreza sacerdotal. Eles desenvolveram uma doutrina esotérica não apenas formulada, mas transmitida através dos símbolos e mistérios, em graus de iniciação. A organização hierárquica e a iniciação através de ritos simbólicos, isto é, sem incomodar o cérebro, mas trabalhando com a imaginação, através da magia e dos símbolos de um culto... tudo isso tem um elemento perigoso, o elemento que eu adoptei. Não vê que o nosso partido deve ser como esta personagem...? Uma Ordem, que é o que tem de ser - uma Ordem, a Ordem hierárquica de um sacerdócio secular... Nós mesmos ou os Maçons ou a Igreja - há espaço para um dos três e não mais... Nós somos o mais forte dos três e devemos livrar-nos dos outros dois." 
Hermann Rauschning, "Hitler Speaks" 
O Partido Nazi foi fortemente influenciado pelo misticismo germânico. Vários membros do partido faziam parte da Sociedade deThule - uma sociedade secreta com sede em Munique. Apesar das suas diferenças externas com outras sociedades secretas, como a Maçonaria, em última análise, quando tudo está dito e feito, todos os ensinamentos mais intrínsecos destas sociedade são praticamente os mesmos. 

Uma vez que "mentes ocultas pensam da mesma forma", o revezamento da tocha tornou-se parte da tradição olímpica. Assim, a cada dois anos, países inteiros reúnem-se para celebrar a passagem da tocha de Prometeu, que só pode ser iluminada pela fonte suprema: o Sol, símbolo da divindade. 

Como a maioria das pessoas que assistem à passagem da tocha, incluindo os próprios portadores da tocha, nada sabem sobre o significado oculto do evento, o transporte da tocha olímpica continua a ser um exemplo impressionante dos rituais da elite e da sua filosofia, celebrada em frente de uma multidão desinformada. Aplaudindo e brindando a passagem da luz de Lúcifer pela sua cidade, as massas comemoram, mais uma vez, a extensão da sua própria ignorância. 

Mais simbolismo illuminati nos Jogos Olímpicos de 2012: 

Interior do Estádio Olímpico. Holofotes iluminam as pirâmides... 

Mascotes com um só olho. 
Aqui está um artigo recente da BBC, a comemorar a passagem da tocha e a descrever um pouco da sua história: 
Londres 2012: O que é o revezamento da Tocha Olímpica? 
"É uma coisa absolutamente emocionante de fazer", diz Philip Barker. 
O autor e historiador olímpico fica com um nó na garganta só com a lembrança de correr, apertando a tocha na mão, no alto das montanhas Taygetos, acima Esparta, na Grécia. 
Ele participou no revezamento da tocha, foi os pés humanos que transportaram a chama na sua jornada, desde a sua fonte, Olímpia, até aos Jogos de Atlanta, em 1996. 
Desde 18 de Maio de 2012 que o revezamento da Tocha Olímpica tem percorrido o Reino Unido, até os Jogos de Londres - durante 70 dias, com cerca de 8.000 portadores. 
Os organizadores dizem que 95% da população do país deve estar, dentro de uma hora, na rota que leva ao local onde se vai acender a chama olímpica, durante a cerimónia de abertura no Estádio Olímpico, em Stratford. 
Eles esperam que a emoção sentida por Philip Barker seja compartilhada pela nação e entre as multidões ao longo do caminho. 
Mas como é que os Jogos Olímpicos vieram a ter quase culto do seguimento de uma chama? 
O conceito em que o revezamento da tocha se baseia é uma reencenação contemporânea de uma antiga tradição grega. 
Na realidade, é um fenómeno apenas dos Jogos Olímpicos modernos, começando apenas a partir dos Jogos de 1936, em Berlim.  
Mas a ideia tem as suas raízes em mitos gregos, que datam no do século V ou VI a.C.  
As histórias remetem a Prometeu. Ele era um Titan e "amigo do Homem" que roubou a Zeus (o pai dos deuses) o fogo, um elemento sagrado, disfarçado dentro de um caule (uma espécie de erva-doce gigante) e deu-o aos mortais. 
A chama acendeu-se de luz solar - com as chamas em volta acesas nos dias anteriores, no caso de o dia estar nublado. 
Os gregos antigos tinham as Lampadedromia - corridas de lançamento da tocha - em que a equipa vencedora acendia a chama sagrada, possivelmente como parte do culto de adoração a Prometeu e do seu desafio aos deuses para transmitir conhecimentos aos mortais. O revezamento moderno tem uma ênfase nas virgens vestais, da sua rival, a civilização romana. 
Também evoca o espírito da "trégua sagrada", declarou a paz em toda a Grécia antiga nos meses que antecederam os Jogos Olímpicos e comunicada por corredores que percorreram o país. 
Como diz Cressida Ryan, classista da Universidade de Oxford: "É um amálgama de 'bits' da mitologia." 


"Concordar com os factos, não importa realmente. Foi há muito tempo atrás para se saber. Hoje ela é usada como uma força do bem - alguém adoptou ideia e foi em frente." 
A primeira chama olímpica foi acesa nos Jogos de Amesterdão, em 1928, mas apenas em 1936 o revezamento da tocha tomou forma, sob o regime nazi e pelo organizador de desportos Carl Diem. 
A chama foi acesa em Olímpia, usando o Sol e um espelho parabólico e, em seguida, levado para o estádio de Berlim, através da Bulgária, Jugoslávia, Hungria, Áustria e Checoslováquia - países que mais tarde viriam a cair sob o domínio nazi. 
O fogo era um símbolo do regime de Hitler, e as procissões com tochas eram uma característica sua. A liderança teve por objectivo traçar uma ligação directo à civilização antiga. Como Ryan explica: "Eles queriam uma ponte simbólica entre a Grécia antiga e a Alemanha moderna. E a luz é um símbolo de pureza - o brilhante, branco, luz pura e deslumbrante dos gregos antigos, foi algo que alimentou o mito ariano." 
O cineasta Leni Riefenstahl, favorito de Adolf Hitler, captou esse mito, documentando o evento no seu filme "Olympia" (1938). 
No pós-guerra, para o Jogos Olímpicos de Londres, em 1948, os organizadores abraçaram a ideia do revezamento da tocha. Apesar dos tempos austeros, a tocha foi assediada por multidões ao longo da rota. 
Desde então, a tocha gozou de um maior enfoque no tempo antigo. A cada quatro anos, e, ultimamente, a cada dois anos, é mudando o design com cada cidade sede dos Jogos Olímpicos e com as tendências de cada década. 
O revezamento da tocha olímpica às vezes tem um tema - Roma (1960): O Ritual Antigo; Cidade do México (1968): O Ritual para o Novo Mundo; Seul (1988): Harmonia e Progresso. 
Os modos de transporte tornaram-se cada vez mais estranhos - sobre Esquis, Oslo (1952); Skidoo, Calgary (1988); Ski Jumper, Lillehammer (1994). 
A tocha foi levada para a água com os nadadores, em Veracruz, México (1968) e em Marselha, França para Grenoble (1968), bem como debaixo de água na Grande Barreira de Corais de Sydney (2000). 
Foi levada para os céus em Concorde, Albertville (1992); via satélite, Montreal (1976); pára-quedas, Lillehammer (1994). E a tocha, sem chama, foi para o espaço, duas vezes, em Atlanta (1996) e Sydney (2000). 
Canoas, barcos a vapor, vagões, cavalos, camelos, atletas e muitas celebridades também fizeram a sua parte. 
Ela também chamou a protesto campanhas pró-Tibete e defensores dos Direitos Humanos em muitos países. Foi ladeado por guarda-costas chineses na sua jornada à volta do mundo, em Pequim (2008). 
E até aos anos 50, pelo menos, era uma tocha machista - as mulheres não eram autorizados a participar. 
A chama é, por vezes, acidentalmente extinta durante a sua rota, aparentemente "mais vezes do que eles gostariam", diz Barker. 
No caso de um evento como este, pode ser re-iluminada com chamas especiais de back-up, de Olímpia, transportadas durante o revezamento, em lâmpadas estilo mineiro. 
Se um dia nublado ameaçar a cerimónia inicial, quando as mulheres acendem o fogo do Sol, em Olímpia, há também uma série de chamas mantidos em reserva, acesas nos dias que antecederam o evento televisionado. A tocha tem sido usada para acender a pira, ostentada por lendas do desporto, como Muhammad Ali, por Ning Li, atleta suspenso por fios, pelo para-olímpico Antonio Rebollo, arqueiro, e com o fogo no meio de água, pela atleta Cathy Freeman. 
No sentido horário da esquerda superior: Muhammad Ali, Salt Lake City (2002); Li Ning, Pequim (2008); Cathy Freeman, Sydney (2000), e Antonio Rebollo, Barcelona (1992).
O fundador do movimento olímpico moderno, Pierre de Coubertin, esperava que a tocha olímpica fosse "prosseguir o seu caminho através dos séculos, aumentando o entendimento amigável entre as nações, para o bem de uma Humanidade sempre mais entusiasmada, mais corajosa e mais pura." 
Nas 30ª Olimpíada de, para transportadores como Barker, que o simbolismo é fundamental. 
"Quando é a sua vez de levar a chama, você tem pensamentos emocionais, pensa nas pessoas que competiram nos Jogos Olímpicos, Jesse Owens, grandes heróis como Steve Redgrave", diz ele. 
"Você sente-se parte disso porque está a ajudar a levar a chama ao estádio. Foi muito especial, muito emocional." 


terça-feira, 10 de julho de 2012

Operação BlackJack: Um plano revelado em banda desenhada?

Em 2009, começando em Janeiro, o jornal londrino Telegraph publicou uma série de banda desenhada sensacionalista, cuja história consistia num suposto ataque terrorista com bombas atómicas em 5 cidades nos EUA, Canadá, Inglaterra e México.

Apesar de haver uma nota a dizer que "os eventos representados neste slide-show são inteiramente ficcionais", esta série seria no mínimo de mau gosto. A série não indica quem é o autor. Várias pessoas que ligaram para o jornal a pedir informações sobre a série, como o autor, o porquê de estar na secção de cultura/artes, entre outras questões, foram mal recebidas e chegaram a ter a ligação terminada abruptamente. Será apenas sensacionalismo? Ou uma forma de nos preparar para o que vem aí vem? 

A história começa no dia 20 de Junho (não refere o ano). Informações vindas dos Serviços de Inteligência indicam que uma coligação de grupos extremistas, islâmicos e católicos, adquiriram os meios necessários para levar adiante um ataque de destruição em massa, que poderá levar à morte de milhões de pessoas.

Dia 22 de Junho, às 8:03, começam os ataques. Primeiro em Londres. 
Explosão perto do London Eye, em Londres.
 
Big-Ben destruído. 
Na 2ª parte, explosões nucleares ocorrem em Nova Iorque, Washington, Toronto, Cidade do México, Portland e Los Angeles. 


Os EUA descobrem rapidamente os responsáveis por este acto terrorista e respondem atacando o Irão, a Síria e a China.


Milhares de pessoas são presas nos EUA e enviadas para campos de concentração. Terão os famigerados campos de concentracao da FEMA tal objectivo? 


Surge um novo estado, com sede em Denver, Colorado, que engloba o Canadá, os Estados Unidos, o México e a Inglaterra: a "União Norte-Americana"

Em uma retrospectiva, mostram, no ano anterior, líderes e militares americanos a planear este ataque, como forma de fazer frente aos problemas actuais e ao facto do seu poder se estar a esvair: o petróleo a acabar, a crise económica a piorar e as forças inimigas a ficar mais fortes. 
"Chegou a hora de entrar em acção. 
Elaborada anos atrás, usaremos a Operação BlackJack como solução!"


Temendo uma novo ataque por parte de "células terroristas internas", o governo da União da Norte-Americana emite o Acto Contigente, que estabelece que: 
  • Todas as compras, negócios e transacções financeiras serão feitas através de um Cartão de Identificação Biométrico, que será usado por todos os cidadãos. Sentenças de prisão ilimitadas serão emitidas a quem contrariar esta lei.
  • Todos os cidadãos serão obrigados a contactar o seu médico para receber uma "vacina" que contém um microchip implantável. 
  • Sites alternativos, salas de chat e outros fóruns de discussão foram tomados pelos responsáveis do ataque de 22 de Junho. Para evitar o uso da internet para esses propósitos, as autoridades tomam medidas regulatórias, prevenindo o uso não patriótico das comunicações digitais. 
  • Todos os jornalistas que operam dentro da UNA (União Norte-Americana) são obrigados a contactar com o DHSO no espaço de um mês, para requererem uma Licença de Operações de Imprensa. Todas as pessoas que queiram publicar material para consumo de terceiros, em qualquer meio de comunicação social, terão que ser registadas e aprovadas. Em caso de incumprimento, prisão ilimitada é pena prevista. 

Surgem protestos por toda a UNA, recebidos com violência extrema pelas autoridades militares. A violência surge em várias cidades, contrariando o fascismo. 


Ameaçados com a perda de controlo, os líderes passam à Fase 3, que consiste numa explosão em Boston, cuja culpa será colocada em insurgentes. Alguém entrega o plano à polícia de Boston, que intervém e evita a explosão. 


A verdade vem à tona com a descoberta de que o material das bombas vem de dentro da UNA e que todos os ataques foram forjados. Os países revoltam contra o poder central, que ainda assim investe contra as forças de libertação. 

O que me impressiona é a semelhança desta história com várias teorias que vemos hoje em dia. Usar um ataque de falsa bandeira para criar novas leis? Hitler usou esse plano para estabelecer sua tirania, os ataques às torres gémeas falam por si, entre muitos outros exemplos. A União Americana foi iniciada por Bush e parece que Obama a irá levar adiante. ID Card e Microchip são assuntos actuais, entre outros pontos. 

22/6/2009 = 21 (BlackJack
27/7/2012 = 21 (Início dos Jogos Olímpicos) 

Seria esta história para tentar desmerecer as teorias de conspiração? 
Seria para criar medo à população? 
Ou será um sinal de um futuro próximo? 


domingo, 8 de julho de 2012

Olympic Guardian Analysed

Host Samuel William does an analysis of his footage shown in the last episode 'Exercise Olympic Guardian Exposed'. If you want to see what the military and their ego pumped buddies, the police, have been up to... watch this.

 

[If expected so much danger, it is better not to hold the Games, I say... There is no harm to the world because there is no Olympics this year! Now if there is no danger, why so much artillery? And... "if necessary" where are they going to drop a missile so as not to endanger thousands of people?! Anyway... an innocent question... forgetting for a moment all that has been said about the Olympics in this blog...]

[Se se prevê tanto perigo, mais vale não fazer os Jogos, digo eu... Não vem nenhum mal ao mundo por não haver Jogos Olímpicos este ano! Agora se não há perigo, para quê tanta artilharia? E em "caso de necessidade", onde é que eles vão largar um míssil de forma a não pôr em risco milhares de pessoas?! Enfim... uma indagação inocente... esquecendo por momentos tudo o que já foi dito a respeito dos Jogos Olímpicos neste blog...] 

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Londres inaugura o The Shard, maior arranha-céus da Europa

[Achei no mínimo interessante, dados os acontecimentos...] 

Doze anos depois do lançamento do projecto, The Shard vai ser inaugurado com pompa e circunstância na quinta-feira, em Londres. Trata-se do mais alto edifício da Europa, mas estes 310 metros de altura não têm só admiradores.


O momento escolhido não poderia ter sido melhor. O novo ícone da cidade está pronto a tempo dos Jogos Olímpicos, que arrancam no final deste mês e esperam receber dois milhões de visitantes.

Com a sua silhueta esguia, no topo os 87 andares do edifício há uma vista panorâmica de 360 graus sobre a capital britânica. Este poderá tornar-se uma das atrações turísticas de Londres, “tal como o Empire State Building em Nova Iorque", diz Irvine Sellar, presidente da Sellar Property, o responsável pelo projecto. 

Espera-se uma inauguração tão ousada como o próprio edifício, com um espetacular ballet noturno de lasers e luzes sobre os principais monumentos históricos da capital. A Orquestra Filarmónica de Londres também foi convidada para actuar nas festividades. 

Assinado pelo arquitecto italiano Renzo Piano, o Shard está localizado do lado sul do Tamisa, cujas margens foram submetidas a projectos de renovação em todas as direcções. 

Esta é uma "pequena cidade vertical" de 12 mil pessoas, afirma o arquitecto. Além de um hotel de cinco estrelas, o edifício terá restaurantes de luxo e 600 mil metros quadrados de escritórios e lojas. 

Quem desejar viver ali precisa de ter uma sólida conta bancária, porque os dez apartamentos, que usufruem de uma vista deslumbrante já que estão localizados entre o 53º e 65º andares, serão vendidos entre os 46 e 62 milhões de euros. 

A torre, que reflete o céu de Londres no seu exterior de vidro, começou a ser construída em 2009. O desenvolvimento deste projecto milionário tem sido lento, principalmente perante a crise financeira que tem atingido vários países da Europa. 

A construção do Shard levantou contestação, acabando por envolver também a UNESCO. Os defensores do património arquitectónico da cidade dizem que o novo edifício está mal localizado pois prejudica a vista da Catedral de São Paulo e do Parlamento. 

A UNESCO também deu o seu parecer sobre o assunto, frizando que a construção interferia na "integridade visual" da Torre de Londres, inscrita no Património Mundial. 

Um jornalista do "The Observer" resumiu a polémica dizendo que o Shard "é elegante, está no lugar errado, é uma destas torres que o mundo inveja, é uma fortaleza para os mais ricos, é um ícone de Londres: na verdade, é um pouco de tudo de uma só vez"

E é também o edifício mais alto da Europa mas por pouco tempo. Será destronado, dentro de alguns anos, pela Torre da Federação, em Moscovo, e pela Hermitage Plaza, em Paris. 

Fonte: Diário Digital 



Infiltrado revela plano para evacuar Londres durante as Olimpíadas


Lee Hazledean, um jornalista disfarçado, tem feito revelações surpreendentes sobre os procedimentos de segurança para estas Olimpíadas, após se ter infiltrado na G4S (empresa responsável pela segurança dos Jogos Olímpicos de Londres). Ele refere ter descoberto os planos para a evacuação de 200.000 invólucros de caixões, que estão em standby, juntamente com procedimentos de segurança mal definidos que deixam a cidade vulnerável a ataques. 


Uma entrevista de Hazledean com com Tony Gosling, editor do Bilderberg.org [hmmmmm... estranho!] e apresentador do BCFM's Friday Drivetime, tornou-se viral ao longo dos últimos dias. Hazledean é um jornalista disfarçado que já trabalhou com agências de notícias sobre temas de grande impacto, mas quando ele abordou os principais meios de comunicação social com a sua história, nenhum deles mostrou interesse. 

Quando Hazledean perguntou a Andy Davies, do Channel 4 News, se estaria interessado em passar a sua história, Davies disse que não estava interessado. Dias mais tarde, o Channel 4 divulgou uma reportagem sobre a G4S, retratando a organização como compentente e confiável. 

"Mandei um e-mail, liguei. Ele não estava interessado. Disse que havia um apagão na media sobre este tipo de história e que ninguém estava interessado em executá-la.", disse Hazledean. 

Na entrevista, Hazledean divulga como ele teve somente que preencher um formulário de aplicação para conseguir um emprego na G4S, a empresa privada que presta segurança nas Olimpíadas. Ele diz que não passou por nenhuma verificação de antecedentes e que as suas referências pessoais não foram verificadas. 

Os funcionários recebem apenas 2 dias de treino para executarem check-out no aeroporto, num sistema de segurança que inclui scanners corporais, que Hazledean diz que seriam "completamente desligados" nas horas de ponta, ou seja, os terroristas teriam uma excelente oportunidade de poder passar com munições ou explosivos sem serem detectados. 

"Na verdade, fui convidado a fazer de terrorista no dia do treino e foi-me dada uma faca, uma arma e um IED, e em todas as três ocasiões consegui passar pelo detector de metais e pelo scanner", disse Hazledean, acrescentando que os terroristas poderiam facilmente levar a cabo um "massacre", dada a natureza negligente da segurança. 

"Eles não estão a treiná-los correctamente... o evento está facilmente aberto a um ataque terrorista, e eu não digo isso à toa", disse Hazledean, acrescentando que presenciou membros da G4S a fazer tráfico de droga enquanto os funcionários eram treinados, e outros tiravam fotos de vigilância com os seus telemóveis, em áreas supostamente seguras. Hazledean disse que muitos dos funcionários de segurança foram mal qualificados e que muitos deles mal conseguiam falar inglês. 

Hazledean revelou também o grande contingente de soldados que estão a ser levados para Londres, para os Jogos Olímpicos, que inclui tropas da ONU colocados no interior e em redor de Londres, incluindo tropas americanas e alemãs. 

O denunciante revelou também que pessoas não autorizadas estariam na posse de uniformes da G4S roubados. 

A revelação mais arrepiante de Hazledean foi sobre o que ele aprendeu acerca dos preparativos para a evacuação de Londres e como "os guardas utilizados na segurança das Olimpíadas vão estar na vanguarda de uma possível evacuação do público." 

"Eles parecem muito empenhados nisto, gastaram muito tempo com isto", diz Hazledean, notando que a G4S passou 2 horas a falar da evacuação de Londres, em comparação com apenas meia hora a falar sobre os procedimentos de segurança na triagem para as Olimpíadas em si. 

O denunciante também observou como os mais de 100.000 soldados posicionados em Londres durante as Olimpíadas seriam suficientes para realizar esta operação em grande escala. 

Outra revelação assustadora de Hazledean foi acerca dos invólucros de caixões (caixões temporários) que estariam a ser enviados para Londres, sendo que cada um pode armazenar até 4 corpos. 

O denunciante revelou também que foi dito que circulariam drones Predator em Londres, em preparação para ataques terroristas, e que membros da G4S mostraram um vídeo de um drone a matar um grupo de pessoas no Afeganistão. 

Hazledean observou como os líderes da G4S vêem o público como "a escória da terra" e disseram aos seus funcionários que a polícia não tinha autoridade nenhuma sobre eles. Relatou também que um dos líderes lhe disse que um evento após os Jogos Olímpicos seria um "momento decisivo" para Londres mas, que quando pressionado, se recusou a explicar o que queria dizer. 

Hazledean não é o primeiro a pronunciar-se sobre a G4S. No início do mês de Junho, Sarah Hubble,  funcionária administrativa, revelou ter sido demitida depois de reclamar que a empresa estaria a cortar nos preparativos de segurança. 

Em conversa com o Infowars, Hazledean revelou ter feito planos de contingência para que a sua vida não fosse posta em perigo e para que não se tornasse num alvo para as autoridades, devido às suas declarações.  


[Confesso que tenho dúvidas em relação à veracidade desta entrevista. Cheira-me a desinformação. Quer parecer que eles estão a pintar um cenário de tal forma inacreditável que acabe por descredibilizar tudo o que tem sido revelado sobre Londres e os Jogos Olímpicos.] 

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Inteligência Britânica alerta para possíveis ataques na véspera dos Jogos Olímpicos em Londres

E os preparativos para o atentado de falsa bandeira continuam...

Artigo Traduzido: 


O chefe do serviço de inteligência britânica MI5, Jonathan Evans, alertou para possíveis ataques terroristas no Reino Unido nas véspera dos Jogos Olímpicos de Londres.

"Os tempos em que enfrentávamos é uma ameaça isolada pertencem ao passado. Agora é o perigoso é mais fragmentado e espalhado por toda a parte." - advertiu Evans, citado pela imprensa local.

De acordo com o director do MI5, as lutas contra a Al-Qaeda, no Afeganistão, obrigam os grupos terroristas a deixar o país e a realizar as suas actividades noutros estados.

Evans discutir a evidência da ameaça terrorista de radicais islâmicos que paira sobre a Grã-Bretanha e lembrou que muitos adeptos de movimentos radicais que vivem no reino costumam viajar para países como a Somália ou o Iémen para serem treinados como futuros terroristas.

"As Olimpíadas serão o principal objectivo dessas pessoas." - alertou Evans, acrescentando que os serviços de inteligência britânicos estão preparados para neutralizar ataques terroristas.

Fonte: Ria Novosti

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Undercover Reporter Infiltrates Security Firm to Expose London Zion Olympics

An undercover journalist going by the pseudonym 'Lee Hazledean' has blown the whistle on astounding revelations about how he infiltrated the G4S - the company responsible for security at the London Olympic Games - and discovered shocking plans for the evacuation of London, 200,000 'casket linings' being on standby, along with botched security procedures that leave the Games wide open to attack.
Whistleblower Reveals Plan to Evacuate London During Olympics

An undercover journalist going by the pseudonym ‘Lee Hazledean’ has blown the whistle on astounding revelations about how he infiltrated the G4S – the company responsible for security at the London Olympics – and discovered shocking plans for the evacuation of London, 200,000 ‘casket linings’ being on standby, along with botched security procedures that leave the Games wide open to attack.

Hazledean’s interview with Tony Gosling, Bilderberg.org editor and host of BCFM’s Friday Drivetime, has gone viral on the web over the last few days. Hazledean is an undercover journalist for a television program in London and has worked with news agencies on hard-hitting subjects, but when he approached the mainstream media with his bombshell story, they showed no interest.

When Hazledean asked Channel 4 News Home Affairs Correspondent Andy Davies if he would run the story, Davies said he wasn’t interested and days later Channel 4 ran a puff piece about G4S which portrayed the organization as competent and trustworthy.

“I sent him an email, I called, he wasn’t interested and he said there’s a media blackout on this kind of story, that nobody would be interested in running it,” said Hazledean.

In the interview, Hazledean divulges how he merely had to fill in an application form to get a job with G4S, the private company providing security for the Olympics, that he underwent no background check whatsoever, and that his personal references were not checked.

Employees are given just two days of training to run airport-style security checkpoints which include body scanners, which Hazledean said “would be turned off completely” at peak times, meaning terrorists could just walk straight into the event with ammunition or explosives and have an excellent chance of remaining undetected.

“In fact, I was asked to be a would-be terrorist on the final training day and I was given a knife, a gun and an IED, and on all three occasions throughout the day I got through the metal detector and I also got through the x-ray machine scanner,” said Hazledean, adding that terrorists could quite easily stage a “massacre” given the lax nature of the security.

“They’re not training them properly…it’s quite open to a terrorist attack very easily and I don’t say that lightly,” said Hazledean, adding that he witnessed G4S members doing drug deals while training classes were taking place, while others were taking surveillance photos on their cellphones of supposedly secure areas. Hazledean said a lot of the security staff were poorly qualified and that many of them could barely speak English.

Hazledean also revealed how the large contingent of soldiers being brought into London for the Olympic Games included “a lot of UN troops being posted in and around London,” including American and German troops.

The whistleblower also revealed how unauthorized personnel were being handed G4S uniforms and that uniforms had been stolen.

Hazledean’s most chilling revelation was how he learned about preparations to evacuate London and how, “The security guards used for the Olympics will be at the forefront of getting the public out of London.”

“They seem quite serious about it, they’ve spent a lot of time on this,” said Hazledean, noting how G4S spent two hours talking about the evacuation of London in comparison to just half an hour talking about security screening procedures for the Olympics itself.

The whistleblower also noted how the 100,000 plus troops that would be stationed in London during the Olympics would be enough to carry out such a large scale evacuation.

Another chilling facet Hazledean learned was that 200,000 casket linings (temporary coffins) were being shipped in to London that can hold four bodies each. The whistleblower expressed his amazement at why security guards working on mundane screening procedures would need to be told such information.

The whistleblower also revealed how he was told Predator drones would be circling London in readiness for terrorist attacks, and that G4S employees were shown a video of a drone killing a group of people in Afghanistan.

Hazledean noted how G4S leaders saw the public as “the scum of the earth” and also told their employees that the police had no authority over them. He also related how one of the leaders told him that an event after the Olympics would be a “defining moment” for London but when pressed, refused to divulge what she meant.

Hazledean is not the first to blow the whistle on G4S. Earlier this month, data input clerk Sarah Hubble revealed that she was fired by G4S after complaining that G4S was cutting corners in their security preparations for the Olympics and that she herself had not been vetted.

Speaking with Infowars, Hazledean said that he had been making contingency plans for if his life was put in danger or if he became a target for the authorities in any other way after blowing the whistle on the scandal.

Asked about a meme circulating the web that conspiracy theories about a false flag attack occurring at the London Olympics are being deliberately allowed to proliferate in order to make ‘truthers’ look paranoid after nothing happens, Hazledean stressed that merely getting the story out was necessary as it could derail any planned attack.

Source: Prison Planet

terça-feira, 26 de junho de 2012

Rik Clay’s interviews on Red Ice Radio - All Four Hours

Here we make available all the four hours of radio interviews that Red Ice Radio did with Rik Clay back in June of 2008. 
Rik Clay took his own life on August the 28th. His ashes are scattered upon Ilkley Moor, overlooking the town above Rocky Valley, at grid ref 126464. Symbolically (and some have said sinisterly) this occured on Thursday the 11th of September, 2008. 
We make these interviews available for everyone who haven’t yet been able to hear them as they have had a big impact on many people and the information about the 2012 Zion Olympics in London is essential.




 Fonte: Red Ice Creations


sábado, 23 de junho de 2012

Música Oficial das Olimpíadas de Londres 2012



[Capa do Álbum "London Calling" (1979) da banda inglesa The Clash]

O sucesso "London Calling" (1979) da banda inglesa The Clash foi escolhido como canção oficial para a campanha publicitária dos Jogos Olímpicos de Londres 2012. A canção descreve uma Londres infernal, muito parecida com as recentes imagens da capital britânica a arder em chamas. 

Punk Rock nas Olimpíadas 2012?

A clássica faixa "London Calling", do álbum homónimo dos The Clash, é usada como trilha sonora para as propagandas de divulgação do mega evento desportivo que irá ocorrer em Londres, entre Julho e Agosto de 2012. 

O mais curioso é que a letra da canção não é nada convidativa para os turistas que queiram assistir ao evento. Cheia de críticas sociais, "London Calling" retrata a capital inglesa como uma cidade escura e apocalíptica.

A canção fala de guerra declarada e do começo da batalha, de uma explosão nuclear esperada, de zombis, de morte e de um erro nuclear. 

A escolha da canção "London Calling" dos The Clash é no mínimo estranha e curiosa para promover uma Olimpíada que deveria pregar a união e a paz entre os povos. No entanto, a letra da canção vem pregar justamente o contrário, num momento tão difícil e delicado da economia mundial e das relações internacionais.

London Calling - The Clash 

London calling to the faraway towns
Now war is declared and battle come down
London calling to the underworld
Come out of the cupboard, you boys and girls
London calling now don't look to us
Phony Beatlemania has bitten the dust
London calling see we ain't got no swing
Cept for the ring of that truncheon thing

The ice age is coming, the sun is zooming in
Meltdown expected and the wheat is growing thin
Engines stop running but I have no fear
London is drowning and I live by the river

London calling to the imitation zone
Forget it, brother, you can go it alone
London calling upon the zombies of death
Quit holding out and draw another breath
London calling and I don't wanna shout
But when we were talking I saw you nodding out
London calling see we ain't got no highs
Except for that one with the yellowy eyes

The ice age is coming, the sun is zooming in
Engines stop running and the wheat is growing thin
A nuclear error but I have no fear
London is drowning and I, I live by the river

Now get this
London calling yes I was there too
An' you know what they said? Well some of it was true
London calling at the top of the dial
And after all this, won't you give me a smile?

I never felt so much a'like a'like a'like. 


TRADUÇÃO

Londres Chama - The Clash

Londres chama para as cidades distantes.
Agora aquela guerra está declarada e a batalha começa.
Londres chama para o submundo.
Saiam do armário, vocês garotos e garotas.
Londres chama, agora não olhem pra nós.
Toda aquela falsa Beatlemania comeu poeira.
Londres chama, veja nós não oscilamos.
exceto pelo som da alça do cacetete

A era do gelo está vindo, o sol está se aproximando.
Explosão nuclear esperada e o trigo está nascendo fino.
Máquinas param de funcionar, mas eu não tenho medo.
Londres está sufocada e eu vivo pelo rio.

Londres chama para a zona de imitação.
Esqueça, irmão, você pode ir sozinho.
Londres chama os zumbis da morte.
Agarre-se e tome outro fôlego.
Londres chama, e eu não quero gritar.
Mas quando estávamos conversando eu vi você se distraindo.
Londres chama, veja nós não temos superioridade.
Exceto por aquele com os olhos amarelados.

A Era do gelo está chegando, o sol está se aproximando
Máquinas param e o trigo está crescendo fino
Um erro nuclear, mas eu não tenho mêdo
Londres está se afogando e eu, eu vivo pelo rio

Agora veja isto
Londres chama yeah, eu estava lá também.
E vocês sabem o que eles disseram? Bem, algumas coisas eram verdade.
Londres chama para o topo do relógio.
E depois de tudo isso você não vai me dar um sorriso?

Eu nunca me senti tão igual.



Fonte: O Profeta Mundial

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